Jurei ser eu O teu luar Brilhar, só eu No teu olhar Paixão, paixão Não vais fugir de mim Serás paixão Até ao fim Paixão, paixão Não vais fugir de mim Serás paixão Até ao fim Oh, por favor Vá lá, sorri Dou-te esta flor Um beijo a ti Paixão, paixão Não vais fugir de mim Serás paixão Até ao fim Paixão, paixão Não vais fugir de mim Serás paixão Até ao fim Paixão, paixão Não vais fugir de mim Serás paixão Até ao fim... |
A Fúria do Açúcar
Adelaide Ferreira
Ala dos Namorados
Alexandra
Alice Amaro
Ana
Ana Faria
António Calvário
António Variações
Artur Garcia
Blasted Mechanism
Blá Blá Blá
Cabeças no Ar
Carlos Paião
Carlos Paredes
Cebola Mol
Censurados
Clemente
Cândida Branca Flor
Da Weasel
Deolinda
Diapasão
Doce
Duo Ouro Negro
Duo Sãolindas
Eduardo Mourato
Emanuel Casimiro
Ena Pá 2000
Entre Aspas
Erika
Fausto
Fernando Correia Marques
Fernando Tordo
Francisco José
Graciano Saga
Guilherme Kjolner
Henrique Feist
Herman José
Heróis do Mar
Homens da Luta
Humanos
Hélio dos Passos
Iris
Irmãos Catita
Irmões Caxias
Jorge Cruz
José Cid
José Malhoa
Júlio Miguel e Lêninha
Lena d'Água
Linda Maria
MAU
Madalena Iglésias
Madredeus
Mamonas Assassinas
Marco Paulo
Mata-Ratos
Meninos d'Avó
Nel Monteiro
Nelo Silva e Cristiana
Nicolau Breyner
Ornatos Violeta
Paulo Bragança
Paulo de Carvalho
Pedro Malagueta
Peste e Sida
Porquinhos da Ilda
Quim Barreiros
Quinta do Bill
Romana
Rui Veloso
Ruth Marlene
Rão Kyao
Sérgio Borges
Sérgio Godinho
Sétimo Céu
Taxi
Tayti
Tonicha
Tony de Matos
Toranja
Toy
Vanessa
Vitorino
Vários Artistas
Vânia Fernandes
Xutos e Pontapés
Zimbro
Ágata
Heróis do Mar | Paixão
Cebola Mol | Os meus irmões baterem-me
Aaaaaah... E vierem os mês irmões de França E todos a mandarem-me pedras E a fugirem atrás de mim em roulottes Para me baterem-me de propósito Porque eu ser um cigano Que não fazera as coisas como deve de ser Aaaaaah... E ser uma desgraça para toda a raça cigana E os mês primos gozarem comigo quando eu ía na rua E depois amandarem-me com pedras E fazerem mal ao mês sobrinhos E aos meus irmões e aos mês cães Aaaaaaah Sou tão cigaaaano E depois virem os mês tios e o os mês primos Armados com caçadeiras e com fisgas E amandarem-me com pedras E todos os mês irmões e mês primos darem-me porrada E amandarem-me com a cabeça p'ás poças Por eu ser uma vergonha para toda a raça cigana Aaaaaaah... Porque é que os meus irmões me baterem-me? Aaaaaaah... Olé! |
Ágata | Maldito amor
Maldito amor que me enlouqueces Às vezes parece que fazes bruxedo Pois é tão grande o sentimento Que sinto cá dentro, te amo com medo Maldito amor que já não queria Fizeste magia e agora receio Sofrer mais outro desengano Não sei se te amo mais do que te odeio Bendita hora que tu deixaste a minha vida Pois era a separação a única saida Porque p'ra mim um mais um são dois e não são três Bendita a hora que tu foste embora de vez Maldito dia que eu te deixei regressar A cicatriz mal se via e agora vão voltar As noites de insonia, de espera de pura maldição Maldito dia em que eu abri outra excepção Maldito amor que me enlouqueces Às vezes parece que fazes bruxedo Pois é tão grande o sentimento Que sinto cá dentro, te amo com medo Maldito amor que já não queria Fizeste magia e agora receio Sofrer mais outro desengano Não sei se te amo mais do que te odeio Bendita hora que nós achámos solução Não se podia viver num clima de traição Nessa mentira cortante que nos ía matando Nessa dúvida constante que nos foi separando Maldito dia que eu não quis ver a verdade E pensei que tu voltavas de livre vontade Vieste porque outro alguém te fez o mesmo a ti Maldito dia que eu te deixei voltar pra mim Maldito amor que me enlouqueces Às vezes parece que fazes bruxedo Pois é tão grande o sentimento Que sinto cá dentro, te amo com medo Maldito amor que já não queria Fizeste magia e agora receio Sofrer mais outro desengano Não sei se te amo mais do que te odeio |
Tayti | Mexe o tutu
Tu-tu-tu-tu Tu-tu tu-tu-tu-tu Tu-tu-tu-tu Tu-tu tu-tu-tu-tu Tu-tu-tu-tu Se queres dançar comigo Esta dança bem moderna Mexe o tutu Abaixo do umbigo Dá à anca, dá à perna Mexe o tutu Faz o que eu te digo Logo vês que vale a pena E não faz mal nenhum Agora mexe o tutuzinho E bem mexidinho Mexe o tutuzinho No compasso da canção Agora mexe o tutuzinho E bem mexidinho Mexe o tutuzinho Como diz este refrão Tu-tu-tu-tu Mexe o tutu Tu-tu tu-tu-tu-tu Mexe o tutu Tu-tu-tu-tu Mexe o tutu Tu-tu tu-tu-tu-tu Tu-tu-tu-tu Salta para a pista Não sejas envergonhado Mexe o tutu Vê se me conquistas Com o teu bamboleado Mexe o tutu Faz como eu te digo Vais ver que dá resultado E não faz mal nenhum Agora mexe o tutuzinho E bem mexidinho Mexe o tutuzinho No compasso da canção Agora mexe o tutuzinho E bem mexidinho Mexe o tutuzinho Como diz este refrão Tu-tu-tu-tu Mexe o tutu Tu-tu tu-tu-tu-tu Mexe o tutu Tu-tu-tu-tu Mexe o tutu Tu-tu tu-tu-tu-tu Tu-tu-tu-tu ... Mexe o tutuzinho E bem mexidinho Mexe o tutuzinho No compasso da canção Agora mexe o tutuzinho E bem mexidinho Mexe o tutuzinho Como diz este refrão Tu-tu-tu-tu Mexe o tutu Tu-tu tu-tu-tu-tu Mexe o tutu Tu-tu-tu-tu Mexe o tutu Tu-tu tu-tu-tu-tu Mexe o tutu... |
Herman José | És tão boa
És tão boa, és tão boa És tão boa, és tão boa És tão boa, és tão boa És tão boa, és tão boa Teus olhos são pecado Teu rosto enfeitiçado De tanto e aveludado brilho Sorriso de arlequim Com dentes de marfim Deus fez-te boa assim com'ó milho O teu sabor a mel O cheiro dessa pele Causa inevitável sarilho Viver sem ti dá stress Toda a gente se esquece fazia-te, se pudesse, um filho És tão boa, és tão boa És tão boa, és tão boa És tão boa, és tão boa És tão boa, és tão boa ... És tão boa, és tão boa És tão boa, és tão boa És tão boa, és tão boa És tão boa, és tão boa Teus olhos são pecado Teu rosto enfeitiçado De tanto e aveludado brilho Sorriso de arlequim Com dentes de marfim Deus fez-te boa assim com'ó milho O teu sabor a mel O cheiro dessa pele Causa inevitável sarilho Viver sem ti dá stress Toda a gente se esquece fazia-te, se pudesse, um filho És tão boa, és tão boa És tão boa, és tão boa És tão boa, és tão boa És tão boa, és tão boa És tão boa, és tão boa És tão boa, és tão boa És tão boa, és tão boa És tão boa, és tão boa |
Ana Faria | Canção do Luís
O Luisinho quer passear Desde manhã até ao deitar Quer ir a Roma, Madrid e Berna Londres, Bruxelas, Bona e Viena Não pode ir a todas as capitais Tem que escolher a que gosta mais O Luís, o Luís quer ir a Paris O Luís, o Luís quer ir a Paris Um dia o pai fez-lhe a vontade Quando achou que ele já tinha idade Foi a Paris, andou pelas pontes Jardins e praças, estatuas e fontes Visitou Mont Mapfre e St. Michel Subiu ao cimo da Torre Eiffel O Luís, o Luís já foi a Paris O Luís, o Luís já foi a Paris Quando saíu do Eliseu Foi ver o Louvre que é um museu Estava a Geoconda Numa moldura Ria sem mostrar a dentadura O Luís contou-lhe uma piada A Geoconda riu à gargalhada O Luís, o Luís já foi a Paris O Luís, o Luís já foi a Paris Estava com sede no bar do teatro Pediu um chá, trouxeram-lhe um gato O pai desse: filho, para a outra vez Antes de vires, aprendes Francês Remédio santo, quando tem lição O Luisinho já dá atenção O Luís, o Luís já foi a Paris O Luís, o Luís já foi a Paris |
Vários Artistas | Cavalo à solta
Minha laranja amarga e doce Meu poema Feito de gomos de saudade Minha pena Pesada e leve Secreta e pura Minha passagem para o breve Breve instante da loucura. Minha ousadia, meu galope Minha rédea Meu potro doido, minha chama Minha réstia De luz intensa De voz aberta Minha denúncia do que pensa Do que sente a gente certa Em ti respiro Em ti eu provo Por ti consigo Esta força que de novo Em ti persigo Em ti percorro Cavalo à solta Pela margem do teu corpo Minha alegria Minha amargura Minha coragem De correr contra a ternura Minha laranja amarga e doce Minha espada Poema feito de dois gumes Tudo ou nada Por ti renego Por ti aceito Este corcel que não sossego À desfilada no meu peito Por isso digo Canção castigo Amêndoa travo Corpo, alma, amante, amigo Por isso canto Por isso digo Alpendre, casa Cama, arca do meu trigo Minha alegria Minha amargura Minha coragem De correr contra a ternura Minha ousadia Minha aventura Minha coragem De correr contra a ternura Minha alegria Minha amargura Minha coragem De correr contra a ternura Minha ousadia Minha aventura Minha coragem De correr contra a ternura Minha alegria Minha amargura Minha coragem De correr contra a ternura |
Tonicha | O cavaquinho
Quando há festa ou arraial E eu lá não apareço Eu a todos em geral Ou cantando bem ou mal Faço perder a cabeça Com as canções mais bizarras Os rapazes arrebato Faço gemer as guitarras Só para lhes deitar as garras Com todos eles me bato Meu amorzinho Dá-me a tua mão Eu dou-te um beijinho E um xi-coração Plim, plim, plim, plim Plim, plim, plim, plim, plão Tenho um cavaquinho Que me ganha o pão Meu amorzinho Dá-me a tua mão Eu dou-te um beijinho E um xi-coração Plim, plim, plim, plim Plim, plim, plim, plim, plão Tenho um cavaquinho Que me ganha o pão As raparigas da aldeia Com seu fato domingueiro Toda ela se pavoneia E o coração incendeia Se aparece no terreiro E no baile que inebria Ao seu Manel é fiel Pois em qualquer romaria Não há Manel sem Maria Nem Maria sem Manel Meu amorzinho Dá-me a tua mão Eu dou-te um beijinho E um xi-coração Plim, plim, plim, plim Plim, plim, plim, plim, plão Tenho um cavaquinho Que me ganha o pão Meu amorzinho Dá-me a tua mão Eu dou-te um beijinho E um xi-coração Plim, plim, plim, plim Plim, plim, plim, plim, plão Tenho um cavaquinho Que me ganha o pão ... Meu amorzinho Dá-me a tua mão Eu dou-te um beijinho E um xi-coração Plim, plim, plim, plim Plim, plim, plim, plim, plão Tenho um cavaquinho Que me ganha o pão Meu amorzinho Dá-me a tua mão Eu dou-te um beijinho E um xi-coração Plim, plim, plim, plim Plim, plim, plim, plim, plão Tenho um cavaquinho Que me ganha o pão |
Tony de Matos | Sou romântico
Eu vou começar Uma cantiga sobre a vida de um cantor Que para cantar Cantava a vida mas com muito mais amor Eu não vou esquecer Na minha vida os amores que eu vivi Nem posso deixar De me lembrar de tudo aquilo que sofri Eu sou romântico Em toda a minha vida fui romântico Em cada despedida fui romântico E ainda sou Sou romântico Cada cantiga agora é um cântico Canção p'la vida fora d'um romântico Que sempre amou Eu não vou esquecer Que ás vezes sinto que me falta uma razão De poder contar Histórias da vida que canto nesta canção Mas vou recordar Pequenas coisas que não se podem esquecer E poder sentir Aqueles momentos que se voltam a viver Eu sou romântico Em toda a minha vida fui romântico Em cada despedida fui romântico E ainda sou Sou romântico Cada cantiga agora é um cântico Canção p'la vida fora d'um romântico Que sempre amou (Sou romântico) (Em toda a minha vida fui romântico) (Em cada despedida fui romântico) (E ainda sou) Eu sou romântico Cada cantiga agora é um cântico Canção p'la vida fora d'um romântico Que sempre amou |
Ruth Marlene | Dorme cá hoje
Esta noite sou eu que te peço Que não vás p'ra longe Dorme cá hoje Dorme cá hoje Quero ser tua, confesso E nada te foge Dorme cá hoje Dorme cá hoje Eu nunca mais vou recusar O teu pedido p'ra ficar Escusas de andar neste vaivém Já que o desejo é meu também Dorme cá hoje, meu bem Dorme cá hoje Esta noite sou eu que te peço Que não vás p'ra longe Dorme cá hoje Dorme cá hoje Quero ser tua, confesso E nada te foge Dorme cá hoje Dorme cá hoje Eu nunca mais vou recusar O teu pedido p'ra ficar Escusas de andar neste vaivém Já que o desejo é meu também Dorme cá hoje, meu bem Dorme cá hoje ... Eu nunca mais vou recusar O teu pedido p'ra ficar Escusas de andar neste vaivém Já que o desejo é meu também Dorme cá hoje, meu bem Dorme cá hoje Eu nunca mais vou recusar O teu pedido p'ra ficar Escusas de andar neste vaivém Já que o desejo é meu também Dorme cá hoje, meu bem Dorme cá hoje |
Humanos | Muda de vida
Muda de vida Se tu não vives satisfeito Muda de vida Estás sempre a tempo de mudar Muda de vida Não deves viver contrafeito Muda de vida Se há vida em ti a latejar Ver-te a sorrir, eu nunca te vi E a cantar, eu nunca te ouvi Será de ti, ou pensas que tens Que ser assim Muda de vida Se tu não viveres satisfeito Muda de vida Estás sempre a tempo de mudar Muda de vida Não deves viver contrafeito Muda de vida Se há vida em ti a latejar Ver-te sorrir, eu nunca te vi E a cantar, eu nunca te ouvi Será de ti, ou pensas que tens Que ser assim Olha que a vida não Não é nem deve ser Como um castigo que Tu terás que viver Olha que a vida não Não é nem deve ser Como um castigo que Tu terás que viver Muda de vida Se tu não vives satisfeito Muda de vida Estás sempre a tempo de mudar Muda de vida Não deves viver contrafeito Muda de vida Se há vida em ti a latejar Muda de vida Se tu não vives satisfeito Muda de vida Estás sempre a tempo de mudar Muda de vida Não deves viver contrafeito Muda de vida Se há vida em ti a latejar ... Olha que a vida não Não é nem deve ser Como um castigo que Tu terás que viver Olha que a vida não Não é nem deve ser Como um castigo que Tu terás que viver |
Da Weasel | Outro nível
Senta aí, sente a vibe Sente a batida Não a desse som Mas a da tua vida Andas a viver Com o cérebro dormente, yo Baza com o puto Para um nível diferente Ready Set , go Sente o flow Vivo como um show Nada de bilhete Convite, cartão Apenas boa onda Vinda do coração Lição nº 1 Do manual Procurar a virtude No simples e natural Com o puto, o puto Pac Fat como um Big Mac Doninha assegura Não é Loser como o Beck Senta aí, sente a vibe Sente a energia Brilha como o som Sente a empatia Interplanetária Passa a domiciliária Quando a concentro toda Só na minha área (Let's go) Ready, set, go (Sente o puro flow) Sente o puro flow Ready, set, go (Let's go) Ready, set, go (Sente o puro flow) Sente o puro flow Ready, set, go Uma noite com amigos Cartada, esplanada Um som bem curtido E uma cerveja bem gelada Garota de Ipanema Vejo um movie no cinema Converso qualquer tema Sem problema Coisas simples são, sem dúvida O melhor da nossa vida Mas complicamos tanto Que ela fica sem saída É mesmo assim, puto Comunico, agora escuto Aquela base, puto Dá-me um beat que eu chuto Emoções puras, simples Boas vibrações Simpifica os sentimentos Momentos, relações Vamos celebrar a vida Não nos faltam razões Não existem problemas Só existem soluções (Let's go) Ready, set, go (Sente o puro flow) Sente o puro flow Ready, set, go (Let's go) Ready, set, go (Sente o puro flow) Sente o puro flow Ready, set, go (Let's go) Ready, set, go (Sente o puro flow) Sente o puro flow Ready, set, go (Let's go) Ready, set, go (Sente o puro flow) Sente o puro flow Ready, set, go Life's a bitch And then you die That's why you get high Nada disso, nessa o puto já não cai Life's a high But you get down a lot Desaperta o garrote Dá a volta a esse mote Fui ao Céu, falei com Deus Perguntou-me: Tá-se bem? Vai com calma, tudo o que quiseres O teu mundo tem Contempla Compreende e evolui Liga-te à terra Vais ver como ela flui (Let's go) Ready, set, go (Sente o puro flow) Sente o puro flow Ready, set, go (Let's go) Ready, set, go (Sente o puro flow) Sente o puro flow Ready, set, go (Let's go) Ready, set, go (Sente o puro flow) Sente o puro flow Ready, set, go (Let's go) Ready, set, go (Sente o puro flow) Sente o puro flow Ready, set, go... |
Deolinda | Fado toninho
Título: Fado toninho Intérprete: Deolinda Álbum: Canção ao lado Ano: 2008 Dizem que é mau Que faz e acontece Arma confusão E o diabo a sete Agarrem-me que eu vou-me a ele Nem sei o que lhe faço Desgrenho os cabelos Esborrato os lábios Se não me seguram Dou-lhe forte e feio Beijinhos na boca Arrepios no peito E pagas as favas Eu digo, enfim Ó meu rapazinho És fraco p'ra mim ... De peito feito Ele ginga o passo Arregaça as mangas E escarra pró lado Anda lá, ó meu cobardolas Vem cá mano a mano Eu faço e aconteço Eu posso, eu mando Se não me seguram Dou-lhe forte e feio Beijinhos na boca Arrepios no peito E pagas as favas Eu digo, enfim Ó meu rapazinho sou tão má p'ra ti Ó meu rapazinho, ai Eu digo assim: Se não me seguram Dou cabo de ti |
Carlos Paião | Pó de arroz
Título: Pó de arroz Intérprete: Carlos Paião Álbum: Pó de arroz (single) Ano: 1981 Pó de Arroz Na face das pequenas Será beleza apenas, só Uma corzinha com Pó de arroz Rosa é, mulher o pôs E o homem vai nas cenas Eva e Adão outra vez É como enfeitar um embrulho Arroz com gorgulho talvez Pó de arroz Do teu arrozal Esse pó que é fatal És a tal que me encanta com Pó de Arroz Não faz nenhum mal É de arroz integral Infernal, quando chegas com Todo o teu arroz Todo o teu arroz Pó de Arroz Tens hoje só p'ra mim Pós de perlimpimpim És um arroz doce, sim Pode ser Um canto de sereia Serei a tua teia E tu serás meu algoz Mas quando te vais alindar Alindada vens dar-me arroz Pó de arroz Do teu arrozal Esse pó que é fatal És a tal que me encanta com Pó de Arroz Não faz nenhum mal É de arroz integral Infernal, quando chegas com Todo o teu arroz Todo o teu arroz Pó de arroz Do teu arrozal Esse pó que é fatal És a tal que me encanta com Pó de Arroz Não faz nenhum mal É de arroz integral Infernal, quando chegas com Pó de arroz Do teu arrozal Esse pó que é fatal És a tal que me encanta com... |
Meninos d'Avó | Rap'o'tacho
Título: Rap'o'tacho Intérprete: Meninos d'Avó Álbum: Meninos d'Avó Ano: 1997 A malta aqui no Ribatejo Gosta mesmo é do comer e do beber Mas o que a gente gosta me'mo, me'mo, pá É de rapar o tacho Nã é? (É!) Ora viva meus senhores Engenheiros e doutores Electricistas e padeiros Capatazes, carpinteiros Aqui estamos p'ra cantar Uma moda bem moderna Porque o tacho é p'a rapar E vira o copo na taberna Vira o copo na taberna Taberna tem de ser 'Tamos aqui p'ra falar Do comer e do beber A comer e a beber É que se vê a valentia Porque o tacho é p'a rapar E é beber até fartar E é beber até fartar E toda a gente cai de cu Rap'o'tacho minha gente Rapo eu e rapas tu 1, 2, 1, 2, 3 E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo Oioai, tenho um tractor Embarracado, tenho um tractor Embarracado, carregado de tomate Oioai, à fábrica o vou levar Se não chego lá depressa Já não fazem ketchup Da borda d'água vem a gente Aqui estamos p'ra mostrar De Vila Franca a Benavente Toda a gente quer Toda a gente quer rapar Mesmo que não seja o seu Seja tacho ou alguidar Rapas tu e rapo eu Rapas tu, rapo eu Esta moda engraçada Da borda d'água vem O Ribatejo terra brava Ribatejo terra brava Gente parva, gente amiga Lá na terra há sempre briga Seja copo ou rapariga Seja copo ou rapariga Sempre a dar e a levar Mas acaba logo a briga Porque o tacho é p'ra rapar 1, 2, 1, 2, 3 E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima? Não, vai abaixo OK, bora lá E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo |
Zimbro | Apita o comboio
Título: Apita o comboio Intérprete: Zimbro Álbum: Apita o comboio Ano: ? Apita o comboio, que coisa tão linda Apita o comboio perto de Coimbra Apita o comboio, que coisa tão linda Apita o comboio perto de Coimbra Apita o comboio, lá vai a apitar Apita o comboio à beira do mar À beira do mar, mesmo à beirinha Apita o comboio no centro da linha À beira do mar, debaixo do chão Apita o comboio lá na estação À beira do mar, debaixo do chão Apita o comboio lá na estação Apita o comboio, lá vai a apitar Apita o comboio à beira do mar À beira do mar, mesmo à beirinha Apita o comboio no centro da linha Apita o comboio sobre o rio torto Apita o comboio ao chegar ao Porto Apita o comboio sobre o rio torto Apita o comboio ao chegar ao Porto Apita o comboio, lá vai a apitar Apita o comboio à beira do mar À beira do mar, mesmo à beirinha Apita o comboio no centro da linha Apita o comboio logo de manhã Vai cheio de moças para a Covilhã Apita o comboio logo de manhã Vai cheio de moças para a Covilhã Apita o comboio lá vai a apitar Apita o comboio à beira do mar À beira do mar, mesmo à beirinha Apita o comboio no centro da linha ... Apita o comboio logo de manhã Vai cheio de moças para a Covilhã Apita o comboio logo de manhã Vai cheio de moças para a Covilhã Apita o comboio, lá vai a apitar Apita o comboio à beira do mar À beira do mar, mesmo à beirinha Apita o comboio no centro da linha |
Duo Ouro Negro | Amanhã
Título: Amanhã Intérprete: Duo Ouro Negro Álbum: ? Ano: ? Amanhã Vou acender uma vela da Muxima Amanhã Levo a todos os meus santos flores de acácias Amanhã Peço p'ra toda gente que me estima Amanhã Peço p'ra o novo dia que virá, amanhã, oh Amanhã Peço ao meu lema que faça com que eu volte A morar Na terra amada que me viu nascer Quero chegar de madrugada Para ver o sol raiar Quero chegar de madrugada, oh P'ra ninguém ver se eu chorar Quero chegar de madrugada, oh P'ra ninguém ver se eu chorar Vou andar por aí Com o meu violão Vou à Mutamba Tomo um machimbombo qualquer "Por ma curia a naqui" Sou igual a toda a gente Na linha da terra nova Só paro lá no Musseque Com a minha gente Entre mufete e conversa E de madrugada Com catembe e com capuita Zag, zag, zag, zag Zaga-zuza até cair Zag, zag, zag, zag Zaga-zuza até cair Zag, zag, zag, zag Zaga-zuza até cair Zag, zag, zag, zag Zaga-zuza até cair... |
Quim Barreiros | O ténis
Título: O ténis Intérprete: Quim Barreiros Álbum: O ténis Ano: 2005 Alguém chamou Era a namorada Telefonou-me Desesperada Fui lá a casa Que confusão Encontrei a minha fofinha Com o sapato tênis na mão Ela pediu-me P'rá ajudar Peguei no tênis Toca a enfiar O ténis estava Duro p'ra calçar Empurrei com tanta força Que ela começou a gritar Ai, ai, mais devagar Ai, ai, p'ra não rasgar Ai, ai, não sejas bruto O ténis está muito duro Mas está quase a entrar Ai, ai, mais devagar Ai, ai, p'ra não rasgar Ai, ai, não sejas bruto O ténis está muito duro Mas está quase a entrar Alguém chamou Era a namorada Telefonou-me Desesperada Fui lá a casa Que confusão Encontrei a minha fofinha Com o sapato tênis na mão Ela pediu-me P'rá ajudar Peguei no tênis Toca a enfiar O ténis estava Duro p'ra calçar Empurrei com tanta força Que ela começou a gritar Ai, ai, mais devagar Ai, ai, p'ra não rasgar Ai, ai, não sejas bruto O ténis está muito duro Mas está quase a entrar Ai, ai, mais devagar Ai, ai, p'ra não rasgar Ai, ai, não sejas bruto O ténis está muito duro Mas está quase a entrar ... Ai, ai, mais devagar Ai, ai, p'ra não rasgar Ai, ai, não sejas bruto O ténis está muito duro Mas está quase a entrar Ai, ai, mais devagar Ai, ai, p'ra não rasgar Ai, ai, não sejas bruto O ténis está muito duro Mas está quase a entrar... |
José Malhoa | Só de vez em quando
Título: Só de vez em quando Intérprete: José Malhoa Álbum: ? Ano: ? Agora não te vejo Como te via outrora Quando me davas beijos Que duravam uma hora Agora se te chamo Tu vais-te logo embora Só voltas nos momentos Que a tua alma chora E não vês que sou eu Quem está chorando Porque me amas Só de vez em quando Não vês que sou eu Quem está chorando Porque me amas Só de vez em quando Amor, amor De vez em quando Ai, amor, amor Só de vez em quando ... Agora já não vou, não Contigo a todo o lado Só quando tens saudades De voltar ao passado Agora já me falas Às vezes com desdém Só vens de vez em quando Muitas vezes nem vens E não vês que sou eu Quem está chorando Porque me amas Só de vez em quando Não vês que sou eu Quem está chorando Porque me amas Só de vez em quando Amor, amor De vez em quando Ai, amor, amor Só de vez em quando ... E não vês que sou eu Quem está chorando Porque me amas Só de vez em quando Não vês que sou eu Quem está chorando Porque me amas Só de vez em quando Amor, amor De vez em quando Ai, amor, amor Só de vez em quando Não vês que sou eu Quem está chorando Porque me amas Só de vez em quando Não vês que sou eu Quem está chorando Porque me amas Só de vez em quando Amor, amor De vez em quando Ai, amor, amor Só de vez em quando Amor, amor De vez em quando |
Cabeças no Ar | A seita tem um radar
Título: A seita tem um radar Intérprete: Cabeças no Ar Álbum: Cabeças no Ar Ano: 2002 No meio dos amigos Aprende-se muito mais Do que em todos os manuais Histórias de fazer corar Coisas da vida reais Que nos querem ocultar Quando os dias incertos Franzem o seu sobrolho E até os céus mais abertos Nos correm o seu ferrolho Quem é que não nos enjeita só a seita, so a seita A seita tem um radar Que apanha tudo no ar Na seita não há papão Tudo tem explicação No meio das amigas Aprende-se ainda mais Vai- se mais longe que os sonhos E que a imaginação As ciências naturais Cabem na palma da mão A seita tem um radar Que apanha tudo no ar Na seita não há papão Tudo tem explicação ... A seita tem um radar Que apanha tudo no ar Na seita não há papão Tudo tem explicação Tudo tem explicação Tudo tem explicação |