Título: A garagem da vizinha Intérprete: Quim Barreiros Álbum: A garagem da vizinha Ano: 2000 Lá na rua onde eu moro Conheci uma vizinha Separada do marido Está morando sozinha Além dela ser bonita É um poço de bondade Vendo meu carro na chuva Ofereceu sua garagem Ela disse: ninguém usa Desde que ele me deixou Dentro da minha garagem Teias de aranha juntou Põe teu carro aqui dentro Se não vai enferrujar A garagem é usada Mas teu carro vai gostar Ponho o carro, tiro o carro Há hora que eu quiser Que garagem apertadinha Que doçura de mulher Tiro cedo e ponho à noite E às vezes à tardinha Estou até mudando o óleo Na garagem da vizinha Ponho o carro, tiro o carro Há hora que eu quiser Que garagem apertadinha Que doçura de mulher Tiro cedo e ponho à noite E às vezes à tardinha Estou até mudando o óleo Na garagem da vizinha ... Só que o meu possante carro Tem um bonito atrelado Que eu uso pra vender coco E ganhar mais um trocado A garagem é pequena O que é que eu faço agora? O meu carro fica dentro Os cocos ficam de fora A minha vizinha é boa Da garagem vou cuidar Na porta mato cresceu Dei um jeito de cortar A bondade da vizinha É coisa de outro mundo Quando não uso a da frente Uso a garagem do fundo Ponho o carro, tiro o carro Há hora que eu quiser Que garagem apertadinha Que doçura de mulher Tiro cedo e ponho à noite E às vezes à tardinha Estou até mudando o óleo Na garagem da vizinha Ponho o carro, tiro o carro Há hora que eu quiser Que garagem apertadinha Que doçura de mulher Tiro cedo e ponho à noite E às vezes à tardinha Estou até mudando o óleo Na garagem da vizinha ... Ponho o carro, tiro o carro Há hora que eu quiser Que garagem apertadinha Que doçura de mulher Tiro cedo e ponho à noite E às vezes à tardinha Estou até mudando o óleo Na garagem da vizinha Ponho o carro, tiro o carro Há hora que eu quiser Que garagem apertadinha Que doçura de mulher Tiro cedo e ponho à noite E às vezes à tardinha Estou até mudando o óleo Na garagem da vizinha... |
A Fúria do Açúcar
Adelaide Ferreira
Ágata
Ala dos Namorados
Alexandra
Alice Amaro
Ana
Ana Faria
António Calvário
António Variações
Artur Garcia
Blá Blá Blá
Blasted Mechanism
Cabeças no Ar
Cândida Branca Flor
Carlos Paião
Carlos Paredes
Cebola Mol
Censurados
Clemente
Da Weasel
Deolinda
Diapasão
Doce
Duo Ouro Negro
Duo Sãolindas
Eduardo Mourato
Emanuel Casimiro
Ena Pá 2000
Entre Aspas
Erika
Fausto
Fernando Correia Marques
Fernando Tordo
Francisco José
Graciano Saga
Guilherme Kjolner
Hélio dos Passos
Henrique Feist
Herman José
Heróis do Mar
Homens da Luta
Humanos
Iris
Irmãos Catita
Irmões Caxias
Jorge Cruz
José Cid
José Malhoa
Júlio Miguel e Lêninha
Lena d'Água
Linda Maria
Madalena Iglésias
Madredeus
Mamonas Assassinas
Marco Paulo
Mata-Ratos
MAU
Meninos d'Avó
Nel Monteiro
Nelo Silva e Cristiana
Nicolau Breyner
Ornatos Violeta
Paulo Bragança
Paulo de Carvalho
Pedro Malagueta
Peste e Sida
Porquinhos da Ilda
Quim Barreiros
Quinta do Bill
Rão Kyao
Romana
Rui Veloso
Ruth Marlene
Sérgio Borges
Sérgio Godinho
Sétimo Céu
Taxi
Tayti
Tonicha
Tony de Matos
Toranja
Toy
Vanessa
Vânia Fernandes
Vários Artistas
Vitorino
Xutos e Pontapés
Zimbro
Quim Barreiros | A garagem da vizinha
Sérgio Godinho | Os demónios de Alcácer Quibir
Título: Os demónios de Alcácer Quibir Intérprete: Sérgio Godinho Álbum: De pequenino se torce o destino Ano: 1976 O D. Sebastião foi para Alcácer-Quibir De lança na mão a investir a investir Com o cavalo atulhado de livros de história E guitarras de fado para cantar vitória O D. Sebastião já tinha hipotecado Toda a nação por dez reis de mel coado Para comprar soldados lanças armaduras Para comprar o "V" das vitórias futuras O D. Sebastião era um belo pedante Foi mandar vir para uma terra distante Pôs-se a discursar: isto aqui é só meu vamos lá trabalhar que quem manda sou eu Mas o mouro é que conhecia o deserto De trás p'ra diante e de longe e de perto O mouro é que sabia que o deserto queima e abrasa O mouro é que jogava em casa E o D. Sebastião levou tantas na pinha Que ao voltar cá encontrou a vizinha Espanhola, sentada na cama deitada no trono E o país mudado de dono E o D. Sebastião acabou na moirama Um bebé chorão sem regaço nem mama A beber a contar tim por tim tim A explicar e a morrer, sim, mas devagar E apanhou tal dose do tal nevoeiro Que a tuberculose o mandou para o galheiro Fez-se um funeral com princesas e reis E etecetra e tal, Viva Portugal |
A versão original deste tema épico foi lançada no álbum "De pequenino se torce o destino" de 1976. A versão apresentada no vídeo é posterior e ligeiramente diferente.
Clemente | Colmeia do amor
Título: Colmeia do amor Intérprete: Clemente Álbum: ? Ano: ? Eu queria ser abelha P'ra sugar a vida inteira O teu pólen, minha flor Eu só te quero conquistar P'ra poder governar A colmeia do amor Eu só sonho com o dia De viver com alegria Esta vida que nos resta Para ter a alma cheia Só falta na colmeia A minha abelha mestra Z-z-z-z sou uma abelha Sempre em busca do mel Pousa aqui, pousa ali Nessa tua doce pele Z-z-z-z sou uma abelha Sempre beijando a flor Pousa aqui, pousa ali No teu corpo meu amor Eu queria ser abelha P'ra sugar a vida inteira O teu pólen, minha flor Eu só te quero conquistar P'ra poder governar A colmeia do amor Eu só sonho com o dia De viver com alegria Esta vida que nos resta Para ter a alma cheia Só falta na colmeia A minha abelha mestra Z-z-z-z sou uma abelha Sempre em busca do mel Pousa aqui, pousa ali Nessa tua doce pele Z-z-z-z sou uma abelha Sempre beijando a flor Pousa aqui, pousa ali No teu corpo meu amor Z-z-z-z sou uma abelha Sempre em busca do mel Pousa aqui, pousa ali Nessa tua doce pele Z-z-z-z sou uma abelha Sempre beijando a flor Pousa aqui, pousa ali No teu corpo meu amor Z-z-z-z sou uma abelha Sempre em busca do mel Pousa aqui, pousa ali Nessa tua doce pele Z-z-z-z sou uma abelha Sempre beijando a flor Pousa aqui, pousa ali No teu corpo meu amor Z-z-z-z sou uma abelha Sempre em busca do mel Pousa aqui, pousa ali Nessa tua doce pele Z-z-z-z sou uma abelha Sempre beijando a flor Pousa aqui, pousa ali No teu corpo meu amor |
Alexandra | Zé Brasileiro português de Braga
Título: Zé Brasileiro português de Braga Intérprete: Alexandra Álbum: Zé Brasileiro português de Braga (single) Ano: 1979 Zé brasileiro português de Braga Sacola no medo e o navio aos pés Perdeste o que foste ganhaste o que és Por comeres mais cedo o sal das marés Zé brasileiro português de Braga Fugindo p'ra longe das saias da mãe Em Copacabana e outras avenidas Comias tristeza nas noites perdidas Tinhas na algibeira as cartas de casa Falando das vinhas e da aguardente E no horizonte que guarda a semente E na alma é o fruto com tudo o que sente Zé que dividiste o tempo de ser O tempo que é mesmo coragem de ver Que o céu é redondo e o mar é profundo Zé brasileiro português de Braga Português do mundo Zé brasileiro português de Braga Sacola no medo e o navio aos pés Perdeste o que foste ganhaste o que és Por comeres mais cedo o sal das marés Zé brasileiro português de Braga Fugindo p'ra longe das saias da mãe Em Copacabana e outras avenidas Comias tristeza nas noites perdidas Tinhas na algibeira as cartas de casa Falando das vinhas e da aguardente E no horizonte que guarda a semente E na alma é o fruto com tudo o que sente Zé que dividiste o tempo de ser O tempo que é mesmo coragem de ver Que o céu é redondo e o mar é profundo Zé brasileiro português de Braga Português do mundo Zé brasileiro português de Braga Fugindo p'ra longe das saias da mãe Em Copacabana e outras avenidas Comias tristeza nas noites perdidas Zé que dividiste o tempo de ser O tempo que é mesmo coragem de ver Que o céu é redondo e o mar é profundo Zé brasileiro português de Braga Português do mundo (Zé brasileiro português de Braga) (Fugindo p'ra longe das saias da mãe) (Em Copacabana e outras avenidas) (Comias tristeza nas noites perdidas) Zé que dividiste o tempo de ser O tempo que é mesmo coragem de ver Que o céu é redondo e o mar é profundo Zé brasileiro português de Braga Português do mundo La la la... |
Alexandra participou com este grande tema, de António Sala e Vasco de Lima Couto, no Festival RTP da Canção de 1979. Embora não tenha chegado a passar das eliminatórias, foi um dos maiores sucessos da rádio desse ano. Velhos tempos...
Fernando Tordo | Tourada
Título: Tourada Intérprete: Fernando Tordo Álbum: - Ano: 1973 Não importa sol ou sombra Camarotes ou barreiras Toureamos ombro a ombro As feras Ninguém nos leva ao engano Toureamos mano a mano Só nos podem causar dano Espera Entram guizos chocas e capotes E mantilhas pretas Entram espadas chifres e derrotes E alguns poetas Entram bravos cravos e dichotes Porque tudo o mais São tretas Entram vacas depois dos forcados Que não pegam nada Soam brados e olés dos nabos Que não pagam nada E só ficam os peões de brega Cuja profissão Não pega Com bandarilhas de esperança Afugentamos a fera Estamos na praça Da Primavera Nós vamos pegar o mundo Pelos cornos da desgraça E fazermos da tristeza Graça Entram velhas doidas e turistas Entram excursões Entram benefícios e cronistas Entram aldrabões Entram marialvas e coristas Entram galifões De crista Entram cavaleiros à garupa Do seu heroísmo Entra aquela música maluca Do passodoblismo Entra a aficionada e a caduca Mais o snobismo E cismo... Entram empresários moralistas Entram frustrações Entram antiquários e fadistas E contradições E entra muito dólar muita gente Que dá lucro as milhões E diz o inteligente Que acabaram as canções... |
Em 1973, Fernando Tordo venceu o Festival RTP da Canção com este tema, representando Portugal no Festival da Eurovisão, realizado no Luxemburgo, onde alcançou o 10º lugar com 80 pontos, entre 17 países.
Rui Veloso | Máquina zero
Título: Máquina zero Intérprete: Adelaide Ferreira Álbum: Guardador de margens Ano: 1983 Fui à inspecção Ao quartel de infantaria Estava no edital Da junta de freguesia Depois de inspeccionado Deram-me uma guia Com um carimbo chapado Dizendo que servia Ainda argumentei Disse que não ouvia Não regulava bem E que tinha miopia O capitão mirou-me No seu ar de comando E o sargento mandou-me Um sorriso de malandro Do bolso tirou A velha máquina zero E tugindo gozou P'ró ano eu cá te espero Eu não quero ir à máquina zero Eu não quero ir à máquina zero Eu não quero ir à máquina zero Eu não quero... Um dia na recruta Fui limpar a latrina O rancho veio-me à boca E faltei à faxina O sargento de dia Não me deixou impune Levou-me à companhia E aplicou-me o RDM Aqui nada se aprende Odeio espingardas Não fui feito para isto E tenho horror a fardas Eu não quero ir à máquina zero Eu não quero ir à máquina zero Eu não quero ir à máquina zero Eu não quero... Não me façam guerreiro Eu nunca fui audaz Sou um gajo porreiro Só quero viver em paz Eu não quero ir à máquina zero Eu não quero ir à máquina zero Eu não quero ir à máquina zero Eu não quero... Nunca fiz inimigos Em nenhum continente Nao dividam o mundo Em leste e ocidente Pactos e alianças São um bom remédio Para entreter marechais E lhes combater o tédio Pactos e alianças São um bom remédio Para entreter marechais E lhes combater o tédio Eu não quero ir à máquina zero Eu não quero ir à máquina zero Eu não quero ir à máquina zero Eu não quero... |
Tema bem disposto do pai do rock português, incluído no álbum "Guardador de margens" de 1983.
Tayti | Devora-me
Título: Devora-me Intérprete: Tayti Álbum: Mexe o tutu Ano: 1998 Devora-me Devora-me do jeito que eu mais quero Devora-me Com beijos e carinhos por inteiro Devora-me Acalma a tua fome insaciável Devora-me P’lo teu amor quero ser devorada E faz de mim O teu sabor mais sentido O teu bombom preferido Eu serei tudo por te querer E faz de mim O doce dos teus desejos Tempero desses teus beijos Faz-me sentir muito mais mulher Devora-me Entre nós nada é proibido Devora-me Quando se ama tudo é permitido Devora-me Devora-me nessa paixão tão louca Devora-me Que eu não te quero com água na boca E faz de mim O teu sabor mais sentido O teu bombom preferido Eu serei tudo por te querer E faz de mim O doce dos teus desejos Tempero desses teus beijos Faz-me sentir muito mais mulher E faz de mim O teu sabor mais sentido O teu bombom preferido Eu serei tudo por te querer E faz de mim O doce dos teus desejos Tempero desses teus beijos Faz-me sentir muito mais mulher E faz de mim O teu sabor mais sentido O teu bombom preferido Eu serei tudo por te querer E faz de mim O doce dos teus desejos Tempero desses teus beijos Faz-me sentir muito mais mulher... |
Iris | Atira-t'ó mar
Título: Atira-t'ó mar Intérprete: Iris Álbum: Iris Ano: 1997 Atira-tó mar e diz que t’emperrarem Atira-tó mar e diz que t’emperrarem Bêja-me da boca e chama-me Tarzan Bêja-me da boca e chama-me Tarzan Mô, o qu’é que fazes aqui? Mai p'qu'é que tu me dêxás-te da mão? Já tô fart’de pensar em ti Tens 'ma mania c’até dá dó Atira-tó mar e diz que t’emperrarem Atira-tó mar e diz que t’emperrarem Bêja-me da boca e chama-me Tarzan Bêja-me da boca e chama-me Tarzan Mô, ‘tá o mar fêt’d’um cão Nã há choque nem berbigão E ê nem sou mau pescador Mai tu só queres é um dator Atira-tó mar e diz que t’emperrarem Atira-tó mar e diz que t’emperrarem Bêja-me da boca e chama-me Tarzan Bêja-me da boca e chama-me Tarzan Atira-tó mar e diz que t’emperrarem Atira-tó mar e diz que t’emperrarem Bêja-me da boca e chama-me Tarzan Bêja-me da boca e chama-me Tarzan Atira-tó mar e diz que t’emperrarem Atira-tó mar e diz que t’emperrarem Bêja-me da boca e chama-me Tarzan Bêja-me da boca e chama-me Tarzan |
Quim Barreiros | Insónia
Título: Insónia Intérprete: Quim Barreiros Álbum: Insónia Ano: 1993 Tua mulher não dorme mais Passa a noite acordada Tem noite que dá uma Tem noite que dá duas Tem noite que dá três Horas da madrugada Tua mulher não dorme mais Passa a noite acordada Tem noite que dá uma Tem noite que dá duas Tem noite que dá três Horas da madrugada Sua doença ninguém vai descobrir Enquanto não dá uma Não consegue dormir Esta semana, sabes o que ela fez? Deitou-se depois das duas Só dormiu quando deu três Tua mulher não dorme mais Passa a noite acordada Tem noite que dá uma Tem noite que dá duas Tem noite que dá três Horas da madrugada Tua mulher não dorme mais Passa a noite acordada Tem noite que dá uma Tem noite que dá duas Tem noite que dá três Horas da madrugada Sua doença ninguém vai descobrir Enquanto não dá uma Não consegue dormir Esta semana, sabes o que ela fez? Deitou-se depois das duas Só dormiu quando deu três Tua mulher não dorme mais Passa a noite acordada Tem noite que dá uma Tem noite que dá duas Tem noite que dá três Horas da madrugada Tua mulher não dorme mais Passa a noite acordada Tem noite que dá uma Tem noite que dá duas Tem noite que dá três Horas da madrugada Sua doença ninguém vai descobrir Enquanto não dá uma Não consegue dormir Esta semana, sabes o que ela fez? Deitou-se depois das duas Só dormiu quando deu três Tua mulher não dorme mais Passa a noite acordada Tem noite que dá uma Tem noite que dá duas Tem noite que dá três Horas da madrugada Tua mulher não dorme mais Passa a noite acordada Tem noite que dá uma Tem noite que dá duas Tem noite que dá três Horas da madrugada Sua doença ninguém vai descobrir Enquanto não dá uma Não consegue dormir Esta semana, sabes o que ela fez? Deitou-se depois das duas Só dormiu quando deu três Tua mulher não dorme mais Passa a noite acordada Tem noite que dá uma Tem noite que dá duas Tem noite que dá três Horas da madrugada Tua mulher não dorme mais Passa a noite acordada Tem noite que dá uma Tem noite que dá duas Tem noite que dá três Horas da madrugada Tua mulher não dorme mais Passa a noite acordada Tem noite que dá uma Tem noite que dá duas Tem noite que dá três Horas da madrugada Tua mulher não dorme mais Passa a noite acordada Tem noite que dá uma Tem noite que dá duas Tem noite que dá três Horas da madrugada |
Nelo Silva & Cristiana | Diz-me diante dela
Título: Diz-me diante dela Intérprete: Nelo Silva & Cristiana Álbum: Diz-me diante dela Ano: 1995 Dizes que vives pensando Somente em fazer-me feliz E que darias a vida Se fosse preciso por mim Que se não estou a teu lado As coisas não têm valor Que não há nada no mundo Parecido ao meu amor Agora diz-me diante dela Não me mintas mais (Cala-te, por favor) Diz-me diante dela Se tudo isso é verdade (Aquilo já terminou) Diz-me diante dela Deixa já de fingir (Acredita uma vez mais) Diz-me diante dela Que assim não vou desistir Agora, diz-me diante dela (Tu sabes bem que por ti) (Mudei minha forma de ser) (E te disse muitas coisas) (Que nunca devia dizer) (Que não sou mais que o reflexo) (Aquele que tu queres ver) (E ao meu lado terás) (Tudo quanto queiras ter) Hoje chegou o momento De dar o lugar, meu amor Deixa já essas palavras Se queres que te dê valor Agora diz-me diante dela Não me mintas mais (Cala-te, por favor) Diz-me diante dela Se tudo isso é verdade (Aquilo já terminou) Diz-me diante dela Deixa já de fingir (Acredita uma vez mais) Diz-me diante dela Que assim não vou desistir Agora, diz-me diante dela Diz-me diante dela Deixa já de fingir (Acredita uma vez mais) Diz-me diante dela Que assim não vou desistir Agora diz-me diante dela Não me mintas mais (Cala-te, por favor) Diz-me diante dela Se tudo isso é verdade (Aquilo já terminou) Diz-me diante dela Deixa já de fingir (Acredita uma vez mais) Diz-me diante dela Que assim não vou desistir |
Clip não oficial do inesquecível "Diz-me diante dela" de Nelo Silva & Cristiana.
António Calvário | Nem sequer sei o teu nome
Título: Nem sequer sei o teu nome Intérprete: António Calvário Álbum: Volta Ano: 2000 Eu passei pela mesma rua Refiz todos os meus passos Sempre a sonhar Com aquele dia Eu olhei o mesmo lugar Senti todos os espaços Sempre a sonhar Com aquele dia Oh oh oh Quando vejo à noite Uma estrela cadente Amor ardente Vem só mais uma vez Nem sequer sei o teu nome Nem tão pouco sei se eu existo Quero dizer-te Que a minha vida mudou Nem sequer sei o teu nome Nem tão pouco sei se eu existo Quero dizer-te Que a minha vida mudou Naquele instante Eu olhei o mesmo lugar Senti todos os espaços Sempre a sonhar Com aquele dia Oh oh oh Quando vejo à noite Uma estrela cadente Amor ardente Vem só mais uma vez Nem sequer sei o teu nome Nem tão pouco sei se eu existo Quero dizer-te Que a minha vida mudou Naquele instante Nem sequer sei o teu nome Nem tão pouco sei se eu existo Quero dizer-te Que a minha vida mudou Nem sequer sei o teu nome Nem tão pouco sei se eu existo Quero dizer-te Que a minha vida mudou Naquele instante |