Quim Barreiros | A garagem da vizinha

Título: A garagem da vizinha
Intérprete: Quim Barreiros
Álbum: A garagem da vizinha
Ano: 2000
 
 
Lá na rua onde eu moro
Conheci uma vizinha
Separada do marido
Está morando sozinha

Além dela ser bonita
É um poço de bondade
Vendo meu carro na chuva
Ofereceu sua garagem

Ela disse: ninguém usa
Desde que ele me deixou
Dentro da minha garagem
Teias de aranha juntou

Põe teu carro aqui dentro
Se não vai enferrujar
A garagem é usada
Mas teu carro vai gostar

Ponho o carro, tiro o carro
Há hora que eu quiser
Que garagem apertadinha
Que doçura de mulher

Tiro cedo e ponho à noite
E às vezes à tardinha
Estou até mudando o óleo
Na garagem da vizinha

Ponho o carro, tiro o carro
Há hora que eu quiser
Que garagem apertadinha
Que doçura de mulher

Tiro cedo e ponho à noite
E às vezes à tardinha
Estou até mudando o óleo
Na garagem da vizinha

...

Só que o meu possante carro
Tem um bonito atrelado
Que eu uso pra vender coco
E ganhar mais um trocado

A garagem é pequena
O que é que eu faço agora?
O meu carro fica dentro
Os cocos ficam de fora

A minha vizinha é boa
Da garagem vou cuidar
Na porta mato cresceu
Dei um jeito de cortar

A bondade da vizinha
É coisa de outro mundo
Quando não uso a da frente
Uso a garagem do fundo

Ponho o carro, tiro o carro
Há hora que eu quiser
Que garagem apertadinha
Que doçura de mulher

Tiro cedo e ponho à noite
E às vezes à tardinha
Estou até mudando o óleo
Na garagem da vizinha

Ponho o carro, tiro o carro
Há hora que eu quiser
Que garagem apertadinha
Que doçura de mulher

Tiro cedo e ponho à noite
E às vezes à tardinha
Estou até mudando o óleo
Na garagem da vizinha

...

Ponho o carro, tiro o carro
Há hora que eu quiser
Que garagem apertadinha
Que doçura de mulher

Tiro cedo e ponho à noite
E às vezes à tardinha
Estou até mudando o óleo
Na garagem da vizinha

Ponho o carro, tiro o carro
Há hora que eu quiser
Que garagem apertadinha
Que doçura de mulher

Tiro cedo e ponho à noite
E às vezes à tardinha
Estou até mudando o óleo
Na garagem da vizinha...
 

Sérgio Godinho | Os demónios de Alcácer Quibir

Título: Os demónios de Alcácer Quibir
Intérprete: Sérgio Godinho
Álbum: De pequenino se torce o destino
Ano: 1976
 
 
O D. Sebastião foi para Alcácer-Quibir
De lança na mão a investir a investir
Com o cavalo atulhado de livros de história
E guitarras de fado para cantar vitória

O D. Sebastião já tinha hipotecado
Toda a nação por dez reis de mel coado
Para comprar soldados lanças armaduras
Para comprar o "V" das vitórias futuras

O D. Sebastião era um belo pedante
Foi mandar vir para uma terra distante
Pôs-se a discursar: isto aqui é só meu
vamos lá trabalhar que quem manda sou eu

Mas o mouro é que conhecia o deserto
De trás p'ra diante e de longe e de perto
O mouro é que sabia que o deserto queima e abrasa
O mouro é que jogava em casa

E o D. Sebastião levou tantas na pinha
Que ao voltar cá encontrou a vizinha
Espanhola, sentada na cama deitada no trono
E o país mudado de dono

E o D. Sebastião acabou na moirama
Um bebé chorão sem regaço nem mama
A beber a contar tim por tim tim
A explicar e a morrer, sim, mas devagar

E apanhou tal dose do tal nevoeiro
Que a tuberculose o mandou para o galheiro
Fez-se um funeral com princesas e reis 
E etecetra e tal, Viva Portugal
 

A versão original deste tema épico foi lançada no álbum "De pequenino se torce o destino" de 1976. A versão apresentada no vídeo é posterior e ligeiramente diferente.

Clemente | Colmeia do amor

Título: Colmeia do amor
Intérprete: Clemente
Álbum: ?
Ano: ?
 
 
Eu queria ser abelha
P'ra sugar a vida inteira
O teu pólen, minha flor
Eu só te quero conquistar
P'ra poder governar
A colmeia do amor

Eu só sonho com o dia
De viver com alegria
Esta vida que nos resta
Para ter a alma cheia
Só falta na colmeia
A minha abelha mestra

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre em busca do mel
Pousa aqui, pousa ali
Nessa tua doce pele

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre beijando a flor
Pousa aqui, pousa ali
No teu corpo meu amor

Eu queria ser abelha
P'ra sugar a vida inteira
O teu pólen, minha flor
Eu só te quero conquistar
P'ra poder governar
A colmeia do amor

Eu só sonho com o dia
De viver com alegria
Esta vida que nos resta
Para ter a alma cheia
Só falta na colmeia
A minha abelha mestra

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre em busca do mel
Pousa aqui, pousa ali
Nessa tua doce pele

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre beijando a flor
Pousa aqui, pousa ali
No teu corpo meu amor

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre em busca do mel
Pousa aqui, pousa ali
Nessa tua doce pele

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre beijando a flor
Pousa aqui, pousa ali
No teu corpo meu amor

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre em busca do mel
Pousa aqui, pousa ali
Nessa tua doce pele

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre beijando a flor
Pousa aqui, pousa ali
No teu corpo meu amor

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre em busca do mel
Pousa aqui, pousa ali
Nessa tua doce pele

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre beijando a flor
Pousa aqui, pousa ali
No teu corpo meu amor
 

Alexandra | Zé Brasileiro português de Braga

Título: Zé Brasileiro português de Braga
Intérprete: Alexandra
Álbum: Zé Brasileiro português de Braga (single)
Ano: 1979
 
 
Zé brasileiro português de Braga
Sacola no medo e o navio aos pés
Perdeste o que foste ganhaste o que és
Por comeres mais cedo o sal das marés

Zé brasileiro português de Braga
Fugindo p'ra longe das saias da mãe
Em Copacabana e outras avenidas
Comias tristeza nas noites perdidas

Tinhas na algibeira as cartas de casa
Falando das vinhas e da aguardente
E no horizonte que guarda a semente
E na alma é o fruto com tudo o que sente

Zé que dividiste o tempo de ser
O tempo que é mesmo coragem de ver
Que o céu é redondo e o mar é profundo
Zé brasileiro português de Braga
Português do mundo

Zé brasileiro português de Braga
Sacola no medo e o navio aos pés
Perdeste o que foste ganhaste o que és
Por comeres mais cedo o sal das marés

Zé brasileiro português de Braga
Fugindo p'ra longe das saias da mãe
Em Copacabana e outras avenidas
Comias tristeza nas noites perdidas

Tinhas na algibeira as cartas de casa
Falando das vinhas e da aguardente
E no horizonte que guarda a semente
E na alma é o fruto com tudo o que sente

Zé que dividiste o tempo de ser
O tempo que é mesmo coragem de ver
Que o céu é redondo e o mar é profundo
Zé brasileiro português de Braga
Português do mundo

Zé brasileiro português de Braga
Fugindo p'ra longe das saias da mãe
Em Copacabana e outras avenidas
Comias tristeza nas noites perdidas

Zé que dividiste o tempo de ser
O tempo que é mesmo coragem de ver
Que o céu é redondo e o mar é profundo
Zé brasileiro português de Braga
Português do mundo

(Zé brasileiro português de Braga)
(Fugindo p'ra longe das saias da mãe)
(Em Copacabana e outras avenidas)
(Comias tristeza nas noites perdidas)

Zé que dividiste o tempo de ser
O tempo que é mesmo coragem de ver
Que o céu é redondo e o mar é profundo
Zé brasileiro português de Braga
Português do mundo

La la la...
 

Alexandra participou com este grande tema, de António Sala e Vasco de Lima Couto, no Festival RTP da Canção de 1979. Embora não tenha chegado a passar das eliminatórias, foi um dos maiores sucessos da rádio desse ano. Velhos tempos...

Fernando Tordo | Tourada

Título: Tourada
Intérprete: Fernando Tordo
Álbum: -
Ano: 1973
 
 
Não importa sol ou sombra
Camarotes ou barreiras
Toureamos ombro a ombro
As feras

Ninguém nos leva ao engano
Toureamos mano a mano
Só nos podem causar dano
Espera

Entram guizos chocas e capotes
E mantilhas pretas
Entram espadas chifres e derrotes
E alguns poetas
Entram bravos cravos e dichotes
Porque tudo o mais
São tretas

Entram vacas depois dos forcados
Que não pegam nada
Soam brados e olés dos nabos
Que não pagam nada
E só ficam os peões de brega
Cuja profissão
Não pega

Com bandarilhas de esperança
Afugentamos a fera
Estamos na praça
Da Primavera

Nós vamos pegar o mundo
Pelos cornos da desgraça
E fazermos da tristeza
Graça

Entram velhas doidas e turistas
Entram excursões
Entram benefícios e cronistas
Entram aldrabões
Entram marialvas e coristas
Entram galifões
De crista

Entram cavaleiros à garupa
Do seu heroísmo
Entra aquela música maluca
Do passodoblismo
Entra a aficionada e a caduca
Mais o snobismo
E cismo...

Entram empresários moralistas
Entram frustrações
Entram antiquários e fadistas
E contradições
E entra muito dólar muita gente
Que dá lucro as milhões

E diz o inteligente
Que acabaram as canções...
 

Em 1973, Fernando Tordo venceu o Festival RTP da Canção com este tema, representando Portugal no Festival da Eurovisão, realizado no Luxemburgo, onde alcançou o 10º lugar com 80 pontos, entre 17 países.

Rui Veloso | Máquina zero

Título: Máquina zero
Intérprete: Adelaide Ferreira
Álbum: Guardador de margens
Ano: 1983
 
 
Fui à inspecção
Ao quartel de infantaria
Estava no edital
Da junta de freguesia

Depois de inspeccionado
Deram-me uma guia
Com um carimbo chapado
Dizendo que servia

Ainda argumentei
Disse que não ouvia
Não regulava bem
E que tinha miopia

O capitão mirou-me
No seu ar de comando
E o sargento mandou-me
Um sorriso de malandro

Do bolso tirou
A velha máquina zero
E tugindo gozou
P'ró ano eu cá te espero

Eu não quero ir à máquina zero
Eu não quero ir à máquina zero
Eu não quero ir à máquina zero
Eu não quero...

Um dia na recruta
Fui limpar a latrina
O rancho veio-me à boca
E faltei à faxina

O sargento de dia
Não me deixou impune
Levou-me à companhia
E aplicou-me o RDM

Aqui nada se aprende
Odeio espingardas
Não fui feito para isto
E tenho horror a fardas

Eu não quero ir à máquina zero
Eu não quero ir à máquina zero
Eu não quero ir à máquina zero
Eu não quero...

Não me façam guerreiro
Eu nunca fui audaz
Sou um gajo porreiro
Só quero viver em paz

Eu não quero ir à máquina zero
Eu não quero ir à máquina zero
Eu não quero ir à máquina zero
Eu não quero...

Nunca fiz inimigos
Em nenhum continente
Nao dividam o mundo
Em leste e ocidente

Pactos e alianças
São um bom remédio
Para entreter marechais
E lhes combater o tédio

Pactos e alianças
São um bom remédio
Para entreter marechais
E lhes combater o tédio

Eu não quero ir à máquina zero
Eu não quero ir à máquina zero
Eu não quero ir à máquina zero
Eu não quero...
 

Tema bem disposto do pai do rock português, incluído no álbum "Guardador de margens" de 1983.

Tayti | Devora-me

Título: Devora-me
Intérprete: Tayti
Álbum: Mexe o tutu
Ano: 1998
 
 
Devora-me
Devora-me do jeito que eu mais quero
Devora-me
Com beijos e carinhos por inteiro

Devora-me
Acalma a tua fome insaciável
Devora-me
P’lo teu amor quero ser devorada

E faz de mim
O teu sabor mais sentido
O teu bombom preferido
Eu serei tudo por te querer

E faz de mim
O doce dos teus desejos
Tempero desses teus beijos
Faz-me sentir muito mais mulher

Devora-me
Entre nós nada é proibido
Devora-me
Quando se ama tudo é permitido

Devora-me
Devora-me nessa paixão tão louca
Devora-me
Que eu não te quero com água na boca

E faz de mim
O teu sabor mais sentido
O teu bombom preferido
Eu serei tudo por te querer

E faz de mim
O doce dos teus desejos
Tempero desses teus beijos
Faz-me sentir muito mais mulher

E faz de mim
O teu sabor mais sentido
O teu bombom preferido
Eu serei tudo por te querer

E faz de mim
O doce dos teus desejos
Tempero desses teus beijos
Faz-me sentir muito mais mulher

E faz de mim
O teu sabor mais sentido
O teu bombom preferido
Eu serei tudo por te querer

E faz de mim
O doce dos teus desejos
Tempero desses teus beijos
Faz-me sentir muito mais mulher...
 

Iris | Atira-t'ó mar

Título: Atira-t'ó mar
Intérprete: Iris
Álbum: Iris
Ano: 1997
 
 
Atira-tó mar e diz que t’emperrarem
Atira-tó mar e diz que t’emperrarem
Bêja-me da boca e chama-me Tarzan
Bêja-me da boca e chama-me Tarzan

Mô, o qu’é que fazes aqui?
Mai p'qu'é que tu me dêxás-te da mão?
Já tô fart’de pensar em ti
Tens 'ma mania c’até dá dó

Atira-tó mar e diz que t’emperrarem
Atira-tó mar e diz que t’emperrarem
Bêja-me da boca e chama-me Tarzan
Bêja-me da boca e chama-me Tarzan

Mô, ‘tá o mar fêt’d’um cão
Nã há choque nem berbigão
E ê nem sou mau pescador
Mai tu só queres é um dator

Atira-tó mar e diz que t’emperrarem
Atira-tó mar e diz que t’emperrarem
Bêja-me da boca e chama-me Tarzan
Bêja-me da boca e chama-me Tarzan

Atira-tó mar e diz que t’emperrarem
Atira-tó mar e diz que t’emperrarem
Bêja-me da boca e chama-me Tarzan
Bêja-me da boca e chama-me Tarzan

Atira-tó mar e diz que t’emperrarem
Atira-tó mar e diz que t’emperrarem
Bêja-me da boca e chama-me Tarzan
Bêja-me da boca e chama-me Tarzan
 

Quim Barreiros | Insónia

Título: Insónia
Intérprete: Quim Barreiros
Álbum: Insónia
Ano: 1993
 
 
Tua mulher não dorme mais
Passa a noite acordada
Tem noite que dá uma
Tem noite que dá duas
Tem noite que dá três
Horas da madrugada

Tua mulher não dorme mais
Passa a noite acordada
Tem noite que dá uma
Tem noite que dá duas
Tem noite que dá três
Horas da madrugada

Sua doença ninguém vai descobrir
Enquanto não dá uma
Não consegue dormir
Esta semana, sabes o que ela fez?
Deitou-se depois das duas
Só dormiu quando deu três

Tua mulher não dorme mais
Passa a noite acordada
Tem noite que dá uma
Tem noite que dá duas
Tem noite que dá três
Horas da madrugada

Tua mulher não dorme mais
Passa a noite acordada
Tem noite que dá uma
Tem noite que dá duas
Tem noite que dá três
Horas da madrugada

Sua doença ninguém vai descobrir
Enquanto não dá uma
Não consegue dormir
Esta semana, sabes o que ela fez?
Deitou-se depois das duas
Só dormiu quando deu três

Tua mulher não dorme mais
Passa a noite acordada
Tem noite que dá uma
Tem noite que dá duas
Tem noite que dá três
Horas da madrugada

Tua mulher não dorme mais
Passa a noite acordada
Tem noite que dá uma
Tem noite que dá duas
Tem noite que dá três
Horas da madrugada

Sua doença ninguém vai descobrir
Enquanto não dá uma
Não consegue dormir
Esta semana, sabes o que ela fez?
Deitou-se depois das duas
Só dormiu quando deu três

Tua mulher não dorme mais
Passa a noite acordada
Tem noite que dá uma
Tem noite que dá duas
Tem noite que dá três
Horas da madrugada

Tua mulher não dorme mais
Passa a noite acordada
Tem noite que dá uma
Tem noite que dá duas
Tem noite que dá três
Horas da madrugada

Sua doença ninguém vai descobrir
Enquanto não dá uma
Não consegue dormir
Esta semana, sabes o que ela fez?
Deitou-se depois das duas
Só dormiu quando deu três

Tua mulher não dorme mais
Passa a noite acordada
Tem noite que dá uma
Tem noite que dá duas
Tem noite que dá três
Horas da madrugada

Tua mulher não dorme mais
Passa a noite acordada
Tem noite que dá uma
Tem noite que dá duas
Tem noite que dá três
Horas da madrugada

Tua mulher não dorme mais
Passa a noite acordada
Tem noite que dá uma
Tem noite que dá duas
Tem noite que dá três
Horas da madrugada

Tua mulher não dorme mais
Passa a noite acordada
Tem noite que dá uma
Tem noite que dá duas
Tem noite que dá três
Horas da madrugada
 

Nelo Silva & Cristiana | Diz-me diante dela

Título: Diz-me diante dela
Intérprete: Nelo Silva & Cristiana
Álbum: Diz-me diante dela
Ano: 1995
 
 
Dizes que vives pensando
Somente em fazer-me feliz
E que darias a vida
Se fosse preciso por mim

Que se não estou a teu lado
As coisas não têm valor
Que não há nada no mundo
Parecido ao meu amor

Agora diz-me diante dela
Não me mintas mais
(Cala-te, por favor)
Diz-me diante dela
Se tudo isso é verdade
(Aquilo já terminou)

Diz-me diante dela
Deixa já de fingir
(Acredita uma vez mais)
Diz-me diante dela
Que assim não vou desistir
Agora, diz-me diante dela

(Tu sabes bem que por ti)
(Mudei minha forma de ser)
(E te disse muitas coisas)
(Que nunca devia dizer)

(Que não sou mais que o reflexo)
(Aquele que tu queres ver)
(E ao meu lado terás)
(Tudo quanto queiras ter)

Hoje chegou o momento 
De dar o lugar, meu amor
Deixa já essas palavras
Se queres que te dê valor

Agora diz-me diante dela
Não me mintas mais
(Cala-te, por favor)
Diz-me diante dela
Se tudo isso é verdade
(Aquilo já terminou)

Diz-me diante dela
Deixa já de fingir
(Acredita uma vez mais)
Diz-me diante dela
Que assim não vou desistir
Agora, diz-me diante dela

Diz-me diante dela
Deixa já de fingir
(Acredita uma vez mais)
Diz-me diante dela
Que assim não vou desistir

Agora diz-me diante dela
Não me mintas mais
(Cala-te, por favor)
Diz-me diante dela
Se tudo isso é verdade
(Aquilo já terminou)

Diz-me diante dela
Deixa já de fingir
(Acredita uma vez mais)
Diz-me diante dela
Que assim não vou desistir
 

Clip não oficial do inesquecível "Diz-me diante dela" de Nelo Silva & Cristiana.

António Calvário | Nem sequer sei o teu nome

Título: Nem sequer sei o teu nome
Intérprete: António Calvário
Álbum: Volta
Ano: 2000
 
 
Eu passei pela mesma rua
Refiz todos os meus passos
Sempre a sonhar
Com aquele dia

Eu olhei o mesmo lugar
Senti todos os espaços
Sempre a sonhar
Com aquele dia

Oh oh oh

Quando vejo à noite
Uma estrela cadente
Amor ardente
Vem só mais uma vez

Nem sequer sei o teu nome
Nem tão pouco sei se eu existo
Quero dizer-te
Que a minha vida mudou

Nem sequer sei o teu nome
Nem tão pouco sei se eu existo
Quero dizer-te
Que a minha vida mudou
Naquele instante

Eu olhei o mesmo lugar
Senti todos os espaços
Sempre a sonhar
Com aquele dia

Oh oh oh

Quando vejo à noite
Uma estrela cadente
Amor ardente
Vem só mais uma vez

Nem sequer sei o teu nome
Nem tão pouco sei se eu existo
Quero dizer-te
Que a minha vida mudou
Naquele instante

Nem sequer sei o teu nome
Nem tão pouco sei se eu existo
Quero dizer-te
Que a minha vida mudou

Nem sequer sei o teu nome
Nem tão pouco sei se eu existo
Quero dizer-te
Que a minha vida mudou
Naquele instante