Título: Já não sou bebé Intérprete: Romana Álbum: Bebé Ano: 1996 Continuas chamando-me assim bebé Continuas a ter-me p'ra ti bebé Não aceitas nem queres aceitar Que já sou uma mulher Já está na hora de veres como sou Também por mim o tempo passou E já te olho com outro olhar E a criança que dantes tu vias Hoje é mulher e tem fantasias E a maior delas é poder-te amar Mas tu não vês Ou não queres ver Nem aceitar Continuas chamando-me assim bebé Continuas a ter-me p'ra ti bebé Não aceitas nem queres aceitar Que já sou uma mulher Continuas chamando-me assim bebé Continuas a ter-me p'ra ti bebé Não aceitas nem queres aceitar Que pudesse crescer Já está na hora de veres afinal Que eu não te quero de maneira igual Já vejo outras coisas em ti Pois a criança que tu conhecias Hoje é mulher e tem fantasias E a maior delas é ter-te para mim Tu não vês Ou não queres ver Que eu cresci Continuas chamando-me assim bebé Continuas a ter-me p'ra ti bebé Não aceitas nem queres aceitar Que já sou uma mulher Continuas chamando-me assim bebé Continuas a ter-me p'ra ti bebé Não aceitas nem queres aceitar Que pudesse crescer ... Continuas chamando-me assim bebé Continuas a ter-me p'ra ti bebé Não aceitas nem queres aceitar Que já sou uma mulher Continuas chamando-me assim bebé Continuas a ter-me p'ra ti bebé Não aceitas nem queres aceitar Que pudesse crescer... |
A Fúria do Açúcar
Adelaide Ferreira
Ágata
Ala dos Namorados
Alexandra
Alice Amaro
Ana
Ana Faria
António Calvário
António Variações
Artur Garcia
Blá Blá Blá
Blasted Mechanism
Cabeças no Ar
Cândida Branca Flor
Carlos Paião
Carlos Paredes
Cebola Mol
Censurados
Clemente
Da Weasel
Deolinda
Diapasão
Doce
Duo Ouro Negro
Duo Sãolindas
Eduardo Mourato
Emanuel Casimiro
Ena Pá 2000
Entre Aspas
Erika
Fausto
Fernando Correia Marques
Fernando Tordo
Francisco José
Graciano Saga
Guilherme Kjolner
Hélio dos Passos
Henrique Feist
Herman José
Heróis do Mar
Homens da Luta
Humanos
Iris
Irmãos Catita
Irmões Caxias
Jorge Cruz
José Cid
José Malhoa
Júlio Miguel e Lêninha
Lena d'Água
Linda Maria
Madalena Iglésias
Madredeus
Mamonas Assassinas
Marco Paulo
Mata-Ratos
MAU
Meninos d'Avó
Nel Monteiro
Nelo Silva e Cristiana
Nicolau Breyner
Ornatos Violeta
Paulo Bragança
Paulo de Carvalho
Pedro Malagueta
Peste e Sida
Porquinhos da Ilda
Quim Barreiros
Quinta do Bill
Rão Kyao
Romana
Rui Veloso
Ruth Marlene
Sérgio Borges
Sérgio Godinho
Sétimo Céu
Taxi
Tayti
Tonicha
Tony de Matos
Toranja
Toy
Vanessa
Vânia Fernandes
Vários Artistas
Vitorino
Xutos e Pontapés
Zimbro
Romana | Já não sou bebé
Paulo de Carvalho | Vitinho (4ª versão)
Título: Vitinho (4ª versão) Intérprete: Paulo de Carvalho Álbum: - Ano: 1992 (Vitinho!) Quando a lua acordar Coisas que a vida tem Vai-se o mundo deitar E tu também Ai, quem me dera ir Dentro do sol morar Nunca ter de dormir E só brincar E milhões de aventuras viver Com as estrelas no céu a correr E à terra apenas voltar Se eu quiser (Quando a lua acordar) Tu vais adormecer... (Dorme bem, Vitinho) (Boa noite e até amanhã) |
Doce | Doce
Título: Doce Intérprete: Doce Álbum: Doce (single) Ano: 1980 Doce É numa manhã de Inverno Um café quente na mesa E lá fora o frio eterno Doce É chegar ao fim de um dia E acender em nós o fogo Da noite que principia É tão doce ouvir Ao cair da tarde a porta a abrir E ao sentir-te entrar Correr para ti p'ra te abraçar É tão doce agora A chuva a cair assim lá fora E o nosso amor já não demora E o teu jantar já não tem hora É tão doce então Dou-te um beijo e tu, tu dás-me a mão Um gesto, uma flor, uma canção E as pequenas coisas que se dão Doce É numa manhã de Inverno Um café quente na mesa E lá fora o frio eterno Doce É chegar ao fim de um dia E acender em nós o fogo Da noite que principia É tão doce ouvir Ao cair da tarde a porta a abrir E ao sentir-te entrar Correr para ti p'ra te abraçar É tão doce agora A chuva a cair assim lá fora E o nosso amor já não demora E o teu jantar já não tem hora É tão doce então Dou-te um beijo e tu, tu dás-me a mão Um gesto, uma flor, uma canção E as pequenas coisas que se dão Doce É numa manhã de Inverno Um café quente na mesa E lá fora o frio eterno |
Primeira participação das "Doce" no Festival RTP da Canção, em 1980, onde conquistaram o 2º lugar. A canção vencedora do Festival nesse ano foi "Um grande, grande amor", interpretada por José Cid.
Lena d'Água | Dou-te um doce
Título: Dou-te um doce Intérprete: Lena d'Água Álbum: Terra prometida Ano: 1986 Do coco faço uma batida Da areia faço a minha cama Gosto de me dar à vida Sempre que o sol me chama Adoro estar ao pé do mar Quando te tenho ao meu lado Dou-te um doce Em troca de um beijo salgado Dou-te um doce Em troca de um beijo salgado Vou na onda que me enrola Como um manto de água fresca Ouço ao longe uma viola Bebo o dia que me resta Fica mais quente o Verão Quando te tenho ao meu lado Dou-te um doce Em troca de um beijo salgado Dou-te um doce Em troca de um beijo salgado ... Dou-te um doce Em troca de um beijo salgado Dou-te um doce Em troca de um beijo salgado Do coco faço uma batida Da areia faço a minha cama Gosto de me dar à vida Sempre que o sol me chama Fica mais quente o Verão Quando te tenho ao meu lado Dou-te um doce Em troca de um beijo salgado Dou-te um doce Em troca de um beijo salgado Dou-te um doce Em troca de um beijo salgado Dou-te um doce Em troca de um beijo salgado |
Rui Veloso | Lado lunar
Título: Lado lunar Intérprete: Rui Veloso Álbum: Lado lunar Ano: 1995 Não me mostres O teu lado feliz A luz do teu rosto Quando sorris Faz-me crer Que tudo em ti é risonho Como se viesses Do fundo de um sonho Não me abras Assim o teu mundo O teu lado solar Só dura um segundo Não e por ele Que te quero amar Embora seja ele Que me esteja a enganar Toda a alma Tem uma face negra Nem eu nem tu Fugimos à regra Tiremos à expressão Todo o dramatismo Por ser p'ra ti Eu uso um eufemismo Chamemos-lhe apenas O lado lunar Mostra-me o teu O teu lado lunar Desvenda-me O teu lado malsão O túnel secreto A loja de horrores A arca escondida Debaixo do chão Com poeira de sonhos E ruínas de amor Eu hei-de te amar Por esse lado escuro Com lados felizes Eu já não me iludo Se resistir à treva É um amor seguro À prova de bala À prova de tudo Toda a alma Tem uma face negra Nem eu nem tu Fugimos à regra Tiremos à expressão Todo o dramatismo Por ser p'ra ti Eu uso um eufemismo Chamemos-lhe apenas O lado lunar Mostra-me o teu Lado lunar ... Mostra-me O avesso da tua alma Conhecê-lo é tudo O que eu preciso Para poder gostar mais Dessa luz falsa Que ilumina as arcadas Do teu sorriso Não é por ela Que te quero amar Embora seja ela Que me vai enganar Se mostrares agora O teu lado lunar Mesmo às escuras Eu não vou reclamar Toda a alma Tem uma face negra Nem eu nem tu Fugimos à regra Tiremos à expressão Todo o dramatismo Por ser p'ra ti Eu uso um eufemismo Chamemos-lhe apenas O lado lunar Mostra-me o teu Lado lunar Mostra-me o Mostra-me o teu lado lunar Mostra-me o teu lado lunar Mostra-me o Mostra-me o teu lado lunar Mostra-me o Mostra-me o Mostra-me o teu lado lunar Mostra-me o... |
Mamonas Assassinas | Pelados em Santos
Título: Pelados em Santos Intérprete: Mamonas Assassinas Álbum: Mamonas Assassinas Ano: 1995 Mina, seus cabelo é da hora Seu corpo é um violão Meu docinho de coco Tá me deixando louco Minha Brasília amarela Tá de portas abertas Pra modo de a gente se amar Pelados em Santos Pois você, minha pitchula Me deixou legalzão Não me sintcho sózinho Você é meu chuchuzinho Music Is very good (Oxente ai, ai, ai) Mas comigo ela não quer se casar (Oxente ai, ai, ai) Na Brasília amarela com roda gaúcha Ela não quer entrar (Oxente ai, ai, ai) É feijão com jabá Desgraçada num quer compartilhar Mas ela é lindia Muitcho mais do que lindia Very, very beautiful Você me deixa doidião Oh yes Oh nos Meu docinho de coco Music Is very porreta (Oxente Paraguai) Pos Paraguai ela não quis viajar (Oxente Paraguai) Comprei um Reebok e uma calça Fiorucci E ela não quer usar (Oxente Paraguai) Eu não sei o que faço Pra essa mulé eu conquistchar Por que ela é lindia Muito mais do que lindia Very, very beautiful Você me deixa doidão! Oh yes Oh nos Meu chuchuzinho Oh yes No no no no Eu te I love youuuuu... Pera aí que tem mais Um poquim de "u" Uuuuuuuuuu... Tcham! |
Os "Mamonas Assassinas" tiveram um fim trágico em 1996, quando, ao voltar de um espectáculo, o avião que seguiam se despenhou. A banda gravou apenas um álbum, mas as suas músicas vão ficar para sempre...
Fernando Correia Marques | Burrito
Título: Burrito Intérprete: Fernando Correia Marques Álbum: ? Ano: 199? Não tenho carro Não sei conduzir Não sei conduzir Não sei não senhor Tenho um burrito Que me leva lá Que me leva lá ver o meu amor Montado nele Vou a assobiar Vou a assobiar A minha canção Pego na miúda Vamos namorar Vamos namorar Ora pois então E o meu burrito Lá fica a aguardar Vigiando esta paixão E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu Burrito (burrito, burrito) Ai ai burrito Ai ai burrito Ai ai ai ai Não tenho carta Ai de condução Ai de condução Quero lá saber o meu burrito Anda devagar Anda devagar como a gente quer Vamos numa boa Vamos só os três Vamos só os três E a galopar Em todo o lado Há gente a sorrir Há gente a sorrir Há gente a olhar Em todo o lado Há gente a pedir P'ra também nele montar E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu Burrito (burrito, burrito) Ai ai burrito Ai ai burrito Ai ai ai ai ... E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu Burrito (burrito, burrito) Ai ai burrito Ai ai burrito Ai ai ai ai E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu Burrito (burrito, burrito) Ai ai burrito Ai ai burrito Ai ai ai ai ... E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu E quando quero ver aquele amor meu Eu pego no burrito e lá vou eu... |
António Variações | O corpo é que paga
Título: O corpo é que paga Intérprete: António Variações Álbum: Anjo da guarda Ano: 1983 Quando a cabeça não tem juízo Quando te esforças Mais do que é preciso O corpo é que paga O corpo é que paga Deix'ó pagar, deix'o pagar Se tu estás a gostar Quando a cabeça não se liberta Das frustrações, inibições Toda essa força que te aperta O corpo é que sofre As privações, mutilações Quando a cabeça está convencida De que ela é a oitava maravilha O corpo é que sofre O corpo é que sofre Deix'ó sofrer, deix'ó sofrer Se isso te dá prazer Quando a cabeça está nessa confusão Estás sem saber que hás-de fazer E ingeres tudo o que te vem à mão O corpo é que fica Fica a caír sem resistir Quando a cabeça rola p'ró abismo Tu não controlas esse nervosismo A unha é que paga A unha é que paga Não paras de roer Nem que esteja a doer Quando a cabeça não tem juízo E consomes mais do que é preciso O corpo é que paga O corpo é que paga Deix'ó pagar, deix'ó pagar Se tu estás a gostar Deix'ó sofrer, deix'ó sofrer Se isso te dá prazer Deix'ó cantar, deix'ó cantar Se tu estás a gostar Deix'ó beijar, deix'ó beijar Se tu estás a gostar Deix'ó brincar, deix'ó brincar Se tu estás a gostar |
Francisco José | Guitarra toca baixinho
Título: Guitarra toca baixinho Intérprete: Francisco José Álbum: - Ano: 1973 Guitarra toca baixinho Que alguém pode escutar Só ela deve entender Só ela deve saber Que estou falando de amor Cantam os grilos no campo E um pássaro no ramo Ninguém dorme nesta noite E menos ela que agora Escuta um riacho e suspira Lua parada no céu O vaga-lume que passa Guitarra minha toca baixinho E mesmo com a mão incerta Toca guitarra que é hora É hora De dar-lhe todo o bem que há no meu peito Dizer-lhe, Deus, também tenho direito De amá-la como nunca amei ninguém É hora De respirar um pouco de ar puro Um prado é verde quando é Primavera E o Sol é quente mas a noite espera Por nós... A noite está tão serena Eu dormindo em seu seio Deus, como bate o coração A gente sonha e agora Dorme guitarra que é hora É hora De dar-lhe todo o bem que há no meu peito Dizer-lhe, Deus, também tenho direito De amá-la como nunca amei ninguém É hora De respirar um pouco de ar puro Um prado é verde quando é Primavera E o Sol é quente mas a noite espera Ai, é hora... |
Quim Barreiros | A garagem da vizinha
Título: A garagem da vizinha Intérprete: Quim Barreiros Álbum: A garagem da vizinha Ano: 2000 Lá na rua onde eu moro Conheci uma vizinha Separada do marido Está morando sozinha Além dela ser bonita É um poço de bondade Vendo meu carro na chuva Ofereceu sua garagem Ela disse: ninguém usa Desde que ele me deixou Dentro da minha garagem Teias de aranha juntou Põe teu carro aqui dentro Se não vai enferrujar A garagem é usada Mas teu carro vai gostar Ponho o carro, tiro o carro Há hora que eu quiser Que garagem apertadinha Que doçura de mulher Tiro cedo e ponho à noite E às vezes à tardinha Estou até mudando o óleo Na garagem da vizinha Ponho o carro, tiro o carro Há hora que eu quiser Que garagem apertadinha Que doçura de mulher Tiro cedo e ponho à noite E às vezes à tardinha Estou até mudando o óleo Na garagem da vizinha ... Só que o meu possante carro Tem um bonito atrelado Que eu uso pra vender coco E ganhar mais um trocado A garagem é pequena O que é que eu faço agora? O meu carro fica dentro Os cocos ficam de fora A minha vizinha é boa Da garagem vou cuidar Na porta mato cresceu Dei um jeito de cortar A bondade da vizinha É coisa de outro mundo Quando não uso a da frente Uso a garagem do fundo Ponho o carro, tiro o carro Há hora que eu quiser Que garagem apertadinha Que doçura de mulher Tiro cedo e ponho à noite E às vezes à tardinha Estou até mudando o óleo Na garagem da vizinha Ponho o carro, tiro o carro Há hora que eu quiser Que garagem apertadinha Que doçura de mulher Tiro cedo e ponho à noite E às vezes à tardinha Estou até mudando o óleo Na garagem da vizinha ... Ponho o carro, tiro o carro Há hora que eu quiser Que garagem apertadinha Que doçura de mulher Tiro cedo e ponho à noite E às vezes à tardinha Estou até mudando o óleo Na garagem da vizinha Ponho o carro, tiro o carro Há hora que eu quiser Que garagem apertadinha Que doçura de mulher Tiro cedo e ponho à noite E às vezes à tardinha Estou até mudando o óleo Na garagem da vizinha... |
Sérgio Godinho | Os demónios de Alcácer Quibir
Título: Os demónios de Alcácer Quibir Intérprete: Sérgio Godinho Álbum: De pequenino se torce o destino Ano: 1976 O D. Sebastião foi para Alcácer-Quibir De lança na mão a investir a investir Com o cavalo atulhado de livros de história E guitarras de fado para cantar vitória O D. Sebastião já tinha hipotecado Toda a nação por dez reis de mel coado Para comprar soldados lanças armaduras Para comprar o "V" das vitórias futuras O D. Sebastião era um belo pedante Foi mandar vir para uma terra distante Pôs-se a discursar: isto aqui é só meu vamos lá trabalhar que quem manda sou eu Mas o mouro é que conhecia o deserto De trás p'ra diante e de longe e de perto O mouro é que sabia que o deserto queima e abrasa O mouro é que jogava em casa E o D. Sebastião levou tantas na pinha Que ao voltar cá encontrou a vizinha Espanhola, sentada na cama deitada no trono E o país mudado de dono E o D. Sebastião acabou na moirama Um bebé chorão sem regaço nem mama A beber a contar tim por tim tim A explicar e a morrer, sim, mas devagar E apanhou tal dose do tal nevoeiro Que a tuberculose o mandou para o galheiro Fez-se um funeral com princesas e reis E etecetra e tal, Viva Portugal |
A versão original deste tema épico foi lançada no álbum "De pequenino se torce o destino" de 1976. A versão apresentada no vídeo é posterior e ligeiramente diferente.
Clemente | Colmeia do amor
Título: Colmeia do amor Intérprete: Clemente Álbum: ? Ano: ? Eu queria ser abelha P'ra sugar a vida inteira O teu pólen, minha flor Eu só te quero conquistar P'ra poder governar A colmeia do amor Eu só sonho com o dia De viver com alegria Esta vida que nos resta Para ter a alma cheia Só falta na colmeia A minha abelha mestra Z-z-z-z sou uma abelha Sempre em busca do mel Pousa aqui, pousa ali Nessa tua doce pele Z-z-z-z sou uma abelha Sempre beijando a flor Pousa aqui, pousa ali No teu corpo meu amor Eu queria ser abelha P'ra sugar a vida inteira O teu pólen, minha flor Eu só te quero conquistar P'ra poder governar A colmeia do amor Eu só sonho com o dia De viver com alegria Esta vida que nos resta Para ter a alma cheia Só falta na colmeia A minha abelha mestra Z-z-z-z sou uma abelha Sempre em busca do mel Pousa aqui, pousa ali Nessa tua doce pele Z-z-z-z sou uma abelha Sempre beijando a flor Pousa aqui, pousa ali No teu corpo meu amor Z-z-z-z sou uma abelha Sempre em busca do mel Pousa aqui, pousa ali Nessa tua doce pele Z-z-z-z sou uma abelha Sempre beijando a flor Pousa aqui, pousa ali No teu corpo meu amor Z-z-z-z sou uma abelha Sempre em busca do mel Pousa aqui, pousa ali Nessa tua doce pele Z-z-z-z sou uma abelha Sempre beijando a flor Pousa aqui, pousa ali No teu corpo meu amor Z-z-z-z sou uma abelha Sempre em busca do mel Pousa aqui, pousa ali Nessa tua doce pele Z-z-z-z sou uma abelha Sempre beijando a flor Pousa aqui, pousa ali No teu corpo meu amor |