Título: Pó de arroz Intérprete: Carlos Paião Álbum: Pó de arroz (single) Ano: 1981 Pó de Arroz Na face das pequenas Será beleza apenas, só Uma corzinha com Pó de arroz Rosa é, mulher o pôs E o homem vai nas cenas Eva e Adão outra vez É como enfeitar um embrulho Arroz com gorgulho talvez Pó de arroz Do teu arrozal Esse pó que é fatal És a tal que me encanta com Pó de Arroz Não faz nenhum mal É de arroz integral Infernal, quando chegas com Todo o teu arroz Todo o teu arroz Pó de Arroz Tens hoje só p'ra mim Pós de perlimpimpim És um arroz doce, sim Pode ser Um canto de sereia Serei a tua teia E tu serás meu algoz Mas quando te vais alindar Alindada vens dar-me arroz Pó de arroz Do teu arrozal Esse pó que é fatal És a tal que me encanta com Pó de Arroz Não faz nenhum mal É de arroz integral Infernal, quando chegas com Todo o teu arroz Todo o teu arroz Pó de arroz Do teu arrozal Esse pó que é fatal És a tal que me encanta com Pó de Arroz Não faz nenhum mal É de arroz integral Infernal, quando chegas com Pó de arroz Do teu arrozal Esse pó que é fatal És a tal que me encanta com... |
A Fúria do Açúcar
Adelaide Ferreira
Ala dos Namorados
Alexandra
Alice Amaro
Ana
Ana Faria
António Calvário
António Variações
Artur Garcia
Blasted Mechanism
Blá Blá Blá
Cabeças no Ar
Carlos Paião
Carlos Paredes
Cebola Mol
Censurados
Clemente
Cândida Branca Flor
Da Weasel
Deolinda
Diapasão
Doce
Duo Ouro Negro
Duo Sãolindas
Eduardo Mourato
Emanuel Casimiro
Ena Pá 2000
Entre Aspas
Erika
Fausto
Fernando Correia Marques
Fernando Tordo
Francisco José
Graciano Saga
Guilherme Kjolner
Henrique Feist
Herman José
Heróis do Mar
Homens da Luta
Humanos
Hélio dos Passos
Iris
Irmãos Catita
Irmões Caxias
Jorge Cruz
José Cid
José Malhoa
Júlio Miguel e Lêninha
Lena d'Água
Linda Maria
MAU
Madalena Iglésias
Madredeus
Mamonas Assassinas
Marco Paulo
Mata-Ratos
Meninos d'Avó
Nel Monteiro
Nelo Silva e Cristiana
Nicolau Breyner
Ornatos Violeta
Paulo Bragança
Paulo de Carvalho
Pedro Malagueta
Peste e Sida
Porquinhos da Ilda
Quim Barreiros
Quinta do Bill
Romana
Rui Veloso
Ruth Marlene
Rão Kyao
Sérgio Borges
Sérgio Godinho
Sétimo Céu
Taxi
Tayti
Tonicha
Tony de Matos
Toranja
Toy
Vanessa
Vitorino
Vários Artistas
Vânia Fernandes
Xutos e Pontapés
Zimbro
Ágata
Carlos Paião | Pó de arroz
Meninos d'Avó | Rap'o'tacho
Título: Rap'o'tacho Intérprete: Meninos d'Avó Álbum: Meninos d'Avó Ano: 1997 A malta aqui no Ribatejo Gosta mesmo é do comer e do beber Mas o que a gente gosta me'mo, me'mo, pá É de rapar o tacho Nã é? (É!) Ora viva meus senhores Engenheiros e doutores Electricistas e padeiros Capatazes, carpinteiros Aqui estamos p'ra cantar Uma moda bem moderna Porque o tacho é p'a rapar E vira o copo na taberna Vira o copo na taberna Taberna tem de ser 'Tamos aqui p'ra falar Do comer e do beber A comer e a beber É que se vê a valentia Porque o tacho é p'a rapar E é beber até fartar E é beber até fartar E toda a gente cai de cu Rap'o'tacho minha gente Rapo eu e rapas tu 1, 2, 1, 2, 3 E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo Oioai, tenho um tractor Embarracado, tenho um tractor Embarracado, carregado de tomate Oioai, à fábrica o vou levar Se não chego lá depressa Já não fazem ketchup Da borda d'água vem a gente Aqui estamos p'ra mostrar De Vila Franca a Benavente Toda a gente quer Toda a gente quer rapar Mesmo que não seja o seu Seja tacho ou alguidar Rapas tu e rapo eu Rapas tu, rapo eu Esta moda engraçada Da borda d'água vem O Ribatejo terra brava Ribatejo terra brava Gente parva, gente amiga Lá na terra há sempre briga Seja copo ou rapariga Seja copo ou rapariga Sempre a dar e a levar Mas acaba logo a briga Porque o tacho é p'ra rapar 1, 2, 1, 2, 3 E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima? Não, vai abaixo OK, bora lá E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo E rap'o'tacho E vai acima e vai abaixo |
Zimbro | Apita o comboio
Título: Apita o comboio Intérprete: Zimbro Álbum: Apita o comboio Ano: ? Apita o comboio, que coisa tão linda Apita o comboio perto de Coimbra Apita o comboio, que coisa tão linda Apita o comboio perto de Coimbra Apita o comboio, lá vai a apitar Apita o comboio à beira do mar À beira do mar, mesmo à beirinha Apita o comboio no centro da linha À beira do mar, debaixo do chão Apita o comboio lá na estação À beira do mar, debaixo do chão Apita o comboio lá na estação Apita o comboio, lá vai a apitar Apita o comboio à beira do mar À beira do mar, mesmo à beirinha Apita o comboio no centro da linha Apita o comboio sobre o rio torto Apita o comboio ao chegar ao Porto Apita o comboio sobre o rio torto Apita o comboio ao chegar ao Porto Apita o comboio, lá vai a apitar Apita o comboio à beira do mar À beira do mar, mesmo à beirinha Apita o comboio no centro da linha Apita o comboio logo de manhã Vai cheio de moças para a Covilhã Apita o comboio logo de manhã Vai cheio de moças para a Covilhã Apita o comboio lá vai a apitar Apita o comboio à beira do mar À beira do mar, mesmo à beirinha Apita o comboio no centro da linha ... Apita o comboio logo de manhã Vai cheio de moças para a Covilhã Apita o comboio logo de manhã Vai cheio de moças para a Covilhã Apita o comboio, lá vai a apitar Apita o comboio à beira do mar À beira do mar, mesmo à beirinha Apita o comboio no centro da linha |
Duo Ouro Negro | Amanhã
Título: Amanhã Intérprete: Duo Ouro Negro Álbum: ? Ano: ? Amanhã Vou acender uma vela da Muxima Amanhã Levo a todos os meus santos flores de acácias Amanhã Peço p'ra toda gente que me estima Amanhã Peço p'ra o novo dia que virá, amanhã, oh Amanhã Peço ao meu lema que faça com que eu volte A morar Na terra amada que me viu nascer Quero chegar de madrugada Para ver o sol raiar Quero chegar de madrugada, oh P'ra ninguém ver se eu chorar Quero chegar de madrugada, oh P'ra ninguém ver se eu chorar Vou andar por aí Com o meu violão Vou à Mutamba Tomo um machimbombo qualquer "Por ma curia a naqui" Sou igual a toda a gente Na linha da terra nova Só paro lá no Musseque Com a minha gente Entre mufete e conversa E de madrugada Com catembe e com capuita Zag, zag, zag, zag Zaga-zuza até cair Zag, zag, zag, zag Zaga-zuza até cair Zag, zag, zag, zag Zaga-zuza até cair Zag, zag, zag, zag Zaga-zuza até cair... |
Quim Barreiros | O ténis
Título: O ténis Intérprete: Quim Barreiros Álbum: O ténis Ano: 2005 Alguém chamou Era a namorada Telefonou-me Desesperada Fui lá a casa Que confusão Encontrei a minha fofinha Com o sapato tênis na mão Ela pediu-me P'rá ajudar Peguei no tênis Toca a enfiar O ténis estava Duro p'ra calçar Empurrei com tanta força Que ela começou a gritar Ai, ai, mais devagar Ai, ai, p'ra não rasgar Ai, ai, não sejas bruto O ténis está muito duro Mas está quase a entrar Ai, ai, mais devagar Ai, ai, p'ra não rasgar Ai, ai, não sejas bruto O ténis está muito duro Mas está quase a entrar Alguém chamou Era a namorada Telefonou-me Desesperada Fui lá a casa Que confusão Encontrei a minha fofinha Com o sapato tênis na mão Ela pediu-me P'rá ajudar Peguei no tênis Toca a enfiar O ténis estava Duro p'ra calçar Empurrei com tanta força Que ela começou a gritar Ai, ai, mais devagar Ai, ai, p'ra não rasgar Ai, ai, não sejas bruto O ténis está muito duro Mas está quase a entrar Ai, ai, mais devagar Ai, ai, p'ra não rasgar Ai, ai, não sejas bruto O ténis está muito duro Mas está quase a entrar ... Ai, ai, mais devagar Ai, ai, p'ra não rasgar Ai, ai, não sejas bruto O ténis está muito duro Mas está quase a entrar Ai, ai, mais devagar Ai, ai, p'ra não rasgar Ai, ai, não sejas bruto O ténis está muito duro Mas está quase a entrar... |
José Malhoa | Só de vez em quando
Título: Só de vez em quando Intérprete: José Malhoa Álbum: ? Ano: ? Agora não te vejo Como te via outrora Quando me davas beijos Que duravam uma hora Agora se te chamo Tu vais-te logo embora Só voltas nos momentos Que a tua alma chora E não vês que sou eu Quem está chorando Porque me amas Só de vez em quando Não vês que sou eu Quem está chorando Porque me amas Só de vez em quando Amor, amor De vez em quando Ai, amor, amor Só de vez em quando ... Agora já não vou, não Contigo a todo o lado Só quando tens saudades De voltar ao passado Agora já me falas Às vezes com desdém Só vens de vez em quando Muitas vezes nem vens E não vês que sou eu Quem está chorando Porque me amas Só de vez em quando Não vês que sou eu Quem está chorando Porque me amas Só de vez em quando Amor, amor De vez em quando Ai, amor, amor Só de vez em quando ... E não vês que sou eu Quem está chorando Porque me amas Só de vez em quando Não vês que sou eu Quem está chorando Porque me amas Só de vez em quando Amor, amor De vez em quando Ai, amor, amor Só de vez em quando Não vês que sou eu Quem está chorando Porque me amas Só de vez em quando Não vês que sou eu Quem está chorando Porque me amas Só de vez em quando Amor, amor De vez em quando Ai, amor, amor Só de vez em quando Amor, amor De vez em quando |
Cabeças no Ar | A seita tem um radar
Título: A seita tem um radar Intérprete: Cabeças no Ar Álbum: Cabeças no Ar Ano: 2002 No meio dos amigos Aprende-se muito mais Do que em todos os manuais Histórias de fazer corar Coisas da vida reais Que nos querem ocultar Quando os dias incertos Franzem o seu sobrolho E até os céus mais abertos Nos correm o seu ferrolho Quem é que não nos enjeita só a seita, so a seita A seita tem um radar Que apanha tudo no ar Na seita não há papão Tudo tem explicação No meio das amigas Aprende-se ainda mais Vai- se mais longe que os sonhos E que a imaginação As ciências naturais Cabem na palma da mão A seita tem um radar Que apanha tudo no ar Na seita não há papão Tudo tem explicação ... A seita tem um radar Que apanha tudo no ar Na seita não há papão Tudo tem explicação Tudo tem explicação Tudo tem explicação |
Ágata | Sozinha
Título: Sozinha Intérprete: Ágata Álbum: Sozinha Ano: 2000 Eu estou quase a conseguir Que a dependência desse amor Seja só recordação De má memória já se vê Eu estou quase a aprender A viver do modo que estou Mais sozinha do que nunca Mas feliz por uma vez Eu estou prestes a tirar A tua sombra do meu ser E assim duma vez por todas A saber gostar de mim Não resolvas aparecer Pois desta vez vou-te dizer vou dizer na tua cara O que nunca consegui Prefiro estar Sozinha Que ter-te aqui como tu eras Sozinha Sem ilusões falsas quimeras Sozinha Que assim ao menos não me iludo Nem naufrago nem me afundo Nesse teu mar de traições Sozinha Como afinal eu sempre estive Sozinha Já vi que ate se sobrevive Sozinha Pois sempre sei com quem contar E nem preciso de chorar E de saber amar por dois Prefiro estar Sozinha ... Eu estou quase a conseguir Adormecer sem estares aqui Aquecer a minha cama Mesmo sem o teu calor Estou a aprender a sorrir E a sonhar depois de ti Desses sonhos duma vida Que por ti quase acabou Estou prestes a vencer O meu receio de ficar só E recomeçar do zero Não me assusta como outrora É melhor que tu não voltes Porque desta vez eu vou Encarar-te frente a frente E dizer-te vai-te embora Prefiro estar Sozinha Que ter-te aqui como tu eras Sozinha Sem ilusões falsas quimeras Sozinha Que assim ao menos não me iludo Nem naufrago nem me afundo Nesse teu mar de traições Sozinha Como afinal eu sempre estive Sozinha Já vi que ate se sobrevive Sozinha Pois sempre sei com quem contar E nem preciso de chorar E de saber amar por dois Prefiro estar Sozinha ... Prefiro estar Sozinha Que ter-te aqui como tu eras Sozinha Sem ilusões falsas quimeras Sozinha Que assim ao menos não me iludo Nem naufrago nem me afundo Nesse teu mar de traições Sozinha Como afinal eu sempre estive Sozinha Já vi que ate se sobrevive Sozinha Pois sempre sei com quem contar E nem preciso de chorar E de saber amar por dois Sozinha Que ter-te aqui como tu eras Sozinha Sem ilusões falsas quimeras Sozinha Que assim ao menos não me iludo Nem naufrago nem me afundo Nesse teu mar de traições Sozinha Como afinal eu sempre estive Sozinha Já vi que ate se sobrevive Sozinha Pois sempre sei com quem contar E nem preciso de chorar E de saber amar por dois Prefiro estar Sozinha! |
Peste & Sida | Sol da Caparica
Título: Sol da Caparica Intérprete: Peste & Sida Álbum: Portem-se bem Ano: 1989 Descapotável pela ponte Com o cabelo a voar O calor abrasador E a pressa de chegar Óculos escuros da Ray-Ban E o cantante a partir A cassete dos Ramones Para a gente curtir Aqui vou eu para a Costa Aqui vou eu cheio de pica De Lisboa vou fugir Vou p'ró Sol da Caparica Aqui vou eu para a Costa Aqui vou eu cheio de pica De Lisboa vou fugir Vou p'ró Sol da Caparica Abancado na esplanada Mesmo à beira do mar A cerveja na mesa Para refrescar Ao longo das praias Sob o Sol de Verão As miúdas da Costa São uma tentação Por isso vou para a Costa Por isso vou cheio de pica Viro costas a Lisboa Vou p'ró Sol da Caparica Por isso vou para a Costa Por isso vou cheio de pica Viro costas a Lisboa Vou p'ró Sol da Caparica E assim vamos gozando As férias de Verão Tenho o sol da Caparica Mesmo aqui à mão Aqui vou eu Aqui vou eu De Lisboa vou fugir Vou p'ró sol da Caparica Aqui vou eu Aqui vou eu De Lisboa vou fugir Vou p'ró sol da Caparica Aqui vou eu para a Costa Aqui vou eu cheio de pica De Lisboa vou fugir Vou p'ró Sol da Caparica Aqui vou eu para a Costa Aqui vou eu cheio de pica De Lisboa vou fugir Vou p'ró Sol da Caparica De Lisboa vou fugir Vou p'ró Sol da Caparica De Lisboa vou fugir Vou p'ró Sol da Caparica |
Romana | Já não sou bebé
Título: Já não sou bebé Intérprete: Romana Álbum: Bebé Ano: 1996 Continuas chamando-me assim bebé Continuas a ter-me p'ra ti bebé Não aceitas nem queres aceitar Que já sou uma mulher Já está na hora de veres como sou Também por mim o tempo passou E já te olho com outro olhar E a criança que dantes tu vias Hoje é mulher e tem fantasias E a maior delas é poder-te amar Mas tu não vês Ou não queres ver Nem aceitar Continuas chamando-me assim bebé Continuas a ter-me p'ra ti bebé Não aceitas nem queres aceitar Que já sou uma mulher Continuas chamando-me assim bebé Continuas a ter-me p'ra ti bebé Não aceitas nem queres aceitar Que pudesse crescer Já está na hora de veres afinal Que eu não te quero de maneira igual Já vejo outras coisas em ti Pois a criança que tu conhecias Hoje é mulher e tem fantasias E a maior delas é ter-te para mim Tu não vês Ou não queres ver Que eu cresci Continuas chamando-me assim bebé Continuas a ter-me p'ra ti bebé Não aceitas nem queres aceitar Que já sou uma mulher Continuas chamando-me assim bebé Continuas a ter-me p'ra ti bebé Não aceitas nem queres aceitar Que pudesse crescer ... Continuas chamando-me assim bebé Continuas a ter-me p'ra ti bebé Não aceitas nem queres aceitar Que já sou uma mulher Continuas chamando-me assim bebé Continuas a ter-me p'ra ti bebé Não aceitas nem queres aceitar Que pudesse crescer... |
Paulo de Carvalho | Vitinho (4ª versão)
Título: Vitinho (4ª versão) Intérprete: Paulo de Carvalho Álbum: - Ano: 1992 (Vitinho!) Quando a lua acordar Coisas que a vida tem Vai-se o mundo deitar E tu também Ai, quem me dera ir Dentro do sol morar Nunca ter de dormir E só brincar E milhões de aventuras viver Com as estrelas no céu a correr E à terra apenas voltar Se eu quiser (Quando a lua acordar) Tu vais adormecer... (Dorme bem, Vitinho) (Boa noite e até amanhã) |