Ágata | Sozinha

Título: Sozinha
Intérprete: Ágata
Álbum: Sozinha
Ano: 2000
 
 
Eu estou quase a conseguir
Que a dependência desse amor
Seja só recordação
De má memória já se vê

Eu estou quase a aprender
A viver do modo que estou
Mais sozinha do que nunca
Mas feliz por uma vez

Eu estou prestes a tirar
A tua sombra do meu ser
E assim duma vez por todas
A saber gostar de mim

Não resolvas aparecer
Pois desta vez vou-te dizer
vou dizer na tua cara
O que nunca consegui

Prefiro estar
Sozinha
Que ter-te aqui como tu eras
Sozinha
Sem ilusões falsas quimeras
Sozinha
Que assim ao menos não me iludo
Nem naufrago nem me afundo
Nesse teu mar de traições

Sozinha
Como afinal eu sempre estive
Sozinha
Já vi que ate se sobrevive
Sozinha
Pois sempre sei com quem contar
E nem preciso de chorar
E de  saber amar por dois
Prefiro estar
Sozinha

...

Eu estou quase a conseguir
Adormecer sem estares aqui
Aquecer a minha cama
Mesmo sem o teu calor

Estou a aprender a sorrir
E a sonhar depois de ti
Desses sonhos duma vida
Que por ti quase acabou

Estou prestes a vencer
O meu receio de ficar só
E recomeçar do zero
Não me assusta como outrora

É melhor que tu não voltes
Porque desta vez eu vou
Encarar-te frente a frente
E dizer-te vai-te embora

Prefiro estar
Sozinha
Que ter-te aqui como tu eras
Sozinha
Sem ilusões falsas quimeras
Sozinha
Que assim ao menos não me iludo
Nem naufrago nem me afundo
Nesse teu mar de traições

Sozinha
Como afinal eu sempre estive
Sozinha
Já vi que ate se sobrevive
Sozinha
Pois sempre sei com quem contar
E nem preciso de chorar
E de  saber amar por dois
Prefiro estar
Sozinha

...

Prefiro estar
Sozinha
Que ter-te aqui como tu eras
Sozinha
Sem ilusões falsas quimeras
Sozinha
Que assim ao menos não me iludo
Nem naufrago nem me afundo
Nesse teu mar de traições

Sozinha
Como afinal eu sempre estive
Sozinha
Já vi que ate se sobrevive
Sozinha
Pois sempre sei com quem contar
E nem preciso de chorar
E de  saber amar por dois

Sozinha
Que ter-te aqui como tu eras
Sozinha
Sem ilusões falsas quimeras
Sozinha
Que assim ao menos não me iludo
Nem naufrago nem me afundo
Nesse teu mar de traições

Sozinha
Como afinal eu sempre estive
Sozinha
Já vi que ate se sobrevive
Sozinha
Pois sempre sei com quem contar
E nem preciso de chorar
E de  saber amar por dois

Prefiro estar
Sozinha!
 

Peste & Sida | Sol da Caparica

Título: Sol da Caparica
Intérprete: Peste & Sida
Álbum: Portem-se bem
Ano: 1989
 
 
Descapotável pela ponte
Com o cabelo a voar
O calor abrasador
E a pressa de chegar

Óculos escuros da Ray-Ban
E o cantante a partir
A cassete dos Ramones
Para a gente curtir

Aqui vou eu para a Costa
Aqui vou eu cheio de pica
De Lisboa vou fugir
Vou p'ró Sol da Caparica

Aqui vou eu para a Costa
Aqui vou eu cheio de pica
De Lisboa vou fugir
Vou p'ró Sol da Caparica

Abancado na esplanada
Mesmo à beira do mar
A cerveja na mesa
Para refrescar

Ao longo das praias
Sob o Sol de Verão
As miúdas da Costa
São uma tentação

Por isso vou para a Costa
Por isso vou cheio de pica
Viro costas a Lisboa
Vou p'ró Sol da Caparica

Por isso vou para a Costa
Por isso vou cheio de pica
Viro costas a Lisboa
Vou p'ró Sol da Caparica

E assim vamos gozando
As férias de Verão
Tenho o sol da Caparica
Mesmo aqui à mão

Aqui vou eu
Aqui vou eu
De Lisboa vou fugir
Vou p'ró sol da Caparica

Aqui vou eu
Aqui vou eu
De Lisboa vou fugir
Vou p'ró sol da Caparica

Aqui vou eu para a Costa
Aqui vou eu cheio de pica
De Lisboa vou fugir
Vou p'ró Sol da Caparica

Aqui vou eu para a Costa
Aqui vou eu cheio de pica
De Lisboa vou fugir
Vou p'ró Sol da Caparica

De Lisboa vou fugir
Vou p'ró Sol da Caparica
De Lisboa vou fugir
Vou p'ró Sol da Caparica
 

Romana | Já não sou bebé

Título: Já não sou bebé
Intérprete: Romana
Álbum: Bebé
Ano: 1996
 
 
Continuas chamando-me assim bebé
Continuas a ter-me p'ra ti bebé
Não aceitas nem queres aceitar
Que já sou uma mulher

Já está na hora de veres como sou
Também por mim o tempo passou
E já te olho com outro olhar

E a criança que dantes tu vias
Hoje é mulher e tem fantasias
E a maior delas é poder-te amar

Mas tu não vês
Ou não queres ver
Nem aceitar 

Continuas chamando-me assim bebé
Continuas a ter-me p'ra ti bebé
Não aceitas nem queres aceitar
Que já sou uma mulher

Continuas chamando-me assim bebé
Continuas a ter-me p'ra ti bebé
Não aceitas nem queres aceitar
Que pudesse crescer

Já está na hora de veres afinal
Que eu não te quero de maneira igual
Já vejo outras coisas em ti

Pois a criança que tu conhecias
Hoje é mulher e tem fantasias
E a maior delas é ter-te para mim

Tu não vês
Ou não queres ver 
Que eu cresci

Continuas chamando-me assim bebé
Continuas a ter-me p'ra ti bebé
Não aceitas nem queres aceitar
Que já sou uma mulher

Continuas chamando-me assim bebé
Continuas a ter-me p'ra ti bebé
Não aceitas nem queres aceitar
Que pudesse crescer

...

Continuas chamando-me assim bebé
Continuas a ter-me p'ra ti bebé
Não aceitas nem queres aceitar
Que já sou uma mulher

Continuas chamando-me assim bebé
Continuas a ter-me p'ra ti bebé
Não aceitas nem queres aceitar
Que pudesse crescer...
 

Paulo de Carvalho | Vitinho (4ª versão)

Título: Vitinho (4ª versão)
Intérprete: Paulo de Carvalho
Álbum: -
Ano: 1992
 
 
(Vitinho!)
Quando a lua acordar
Coisas que a vida tem
Vai-se o mundo deitar
E tu também

Ai, quem me dera ir
Dentro do sol morar
Nunca ter de dormir
E só brincar

E milhões de aventuras viver
Com as estrelas no céu a correr
E à terra apenas voltar
Se eu quiser

(Quando a lua acordar)
Tu vais adormecer...

(Dorme bem, Vitinho)
(Boa noite e até amanhã)
 

Doce | Doce

Título: Doce
Intérprete: Doce
Álbum: Doce (single)
Ano: 1980
 
 
Doce
É numa manhã de Inverno
Um café quente na mesa
E lá fora o frio eterno

Doce
É chegar ao fim de um dia
E acender em nós o fogo
Da noite que principia

É tão doce ouvir
Ao cair da tarde a porta a abrir
E ao sentir-te entrar
Correr para ti p'ra te abraçar

É tão doce agora
A chuva a cair assim lá fora
E o nosso amor já não demora
E o teu jantar já não tem hora

É tão doce então
Dou-te um beijo e tu, tu dás-me a mão
Um gesto, uma flor, uma canção
E as pequenas coisas que se dão

Doce
É numa manhã de Inverno
Um café quente na mesa
E lá fora o frio eterno

Doce
É chegar ao fim de um dia
E acender em nós o fogo
Da noite que principia

É tão doce ouvir
Ao cair da tarde a porta a abrir
E ao sentir-te entrar
Correr para ti p'ra te abraçar

É tão doce agora
A chuva a cair assim lá fora
E o nosso amor já não demora
E o teu jantar já não tem hora

É tão doce então
Dou-te um beijo e tu, tu dás-me a mão
Um gesto, uma flor, uma canção
E as pequenas coisas que se dão

Doce
É numa manhã de Inverno
Um café quente na mesa
E lá fora o frio eterno
 

Primeira participação das "Doce" no Festival RTP da Canção, em 1980, onde conquistaram o 2º lugar. A canção vencedora do Festival nesse ano foi "Um grande, grande amor", interpretada por José Cid.

Lena d'Água | Dou-te um doce

Título: Dou-te um doce
Intérprete: Lena d'Água
Álbum: Terra prometida
Ano: 1986
 
 
Do coco faço uma batida
Da areia faço a minha cama
Gosto de me dar à vida
Sempre que o sol me chama

Adoro estar ao pé do mar
Quando te tenho ao meu lado

Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado
Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado

Vou na onda que me enrola
Como um manto de água fresca
Ouço ao longe uma viola
Bebo o dia que me resta

Fica mais quente o Verão
Quando te tenho ao meu lado

Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado
Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado

...

Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado
Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado

Do coco faço uma batida
Da areia faço a minha cama
Gosto de me dar à vida
Sempre que o sol me chama

Fica mais quente o Verão
Quando te tenho ao meu lado

Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado
Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado

Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado
Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado
 

Rui Veloso | Lado lunar

Título: Lado lunar
Intérprete: Rui Veloso
Álbum: Lado lunar
Ano: 1995
 
 
Não me mostres
O teu lado feliz
A luz do teu rosto
Quando sorris

Faz-me crer
Que tudo em ti é risonho
Como se viesses
Do fundo de um sonho

Não me abras
Assim o teu mundo
O teu lado solar
Só dura um segundo

Não e por ele
Que te quero amar
Embora seja ele
Que me esteja a enganar

Toda a alma
Tem uma face negra
Nem eu nem tu
Fugimos à regra

Tiremos à expressão
Todo o dramatismo
Por ser p'ra ti
Eu uso um eufemismo

Chamemos-lhe apenas
O lado lunar
Mostra-me o teu
O teu lado lunar

Desvenda-me
O teu lado malsão
O túnel secreto
A loja de horrores

A arca escondida
Debaixo do chão
Com poeira de sonhos
E ruínas de amor

Eu hei-de te amar
Por esse lado escuro
Com lados felizes
Eu já não me iludo

Se resistir à treva
É um amor seguro
À prova de bala
À prova de tudo

Toda a alma
Tem uma face negra
Nem eu nem tu
Fugimos à regra

Tiremos à expressão
Todo o dramatismo
Por ser p'ra ti
Eu uso um eufemismo

Chamemos-lhe apenas
O lado lunar
Mostra-me o teu
Lado lunar

...

Mostra-me
O avesso da tua alma
Conhecê-lo é tudo
O que eu preciso

Para poder gostar mais
Dessa luz falsa
Que ilumina as arcadas
Do teu sorriso

Não é por ela
Que te quero amar
Embora seja ela
Que me vai enganar

Se mostrares agora
O teu lado lunar
Mesmo às escuras
Eu não vou reclamar

Toda a alma
Tem uma face negra
Nem eu nem tu
Fugimos à regra

Tiremos à expressão
Todo o dramatismo
Por ser p'ra ti
Eu uso um eufemismo

Chamemos-lhe apenas
O lado lunar
Mostra-me o teu
Lado lunar

Mostra-me o
Mostra-me o teu lado lunar
Mostra-me o teu lado lunar

Mostra-me o
Mostra-me o teu lado lunar
Mostra-me o
Mostra-me o
Mostra-me o teu lado lunar

Mostra-me o...
 

Mamonas Assassinas | Pelados em Santos

Título: Pelados em Santos
Intérprete: Mamonas Assassinas
Álbum: Mamonas Assassinas
Ano: 1995
 
 
Mina, seus cabelo é da hora
Seu corpo é um violão
Meu docinho de coco
Tá me deixando louco

Minha Brasília amarela
Tá de portas abertas
Pra modo de a gente se amar
Pelados em Santos

Pois você, minha pitchula
Me deixou legalzão
Não me sintcho sózinho
Você é meu chuchuzinho

Music
Is very good

(Oxente ai, ai, ai)
Mas comigo ela não quer se casar
(Oxente ai, ai, ai)
Na Brasília amarela com roda gaúcha
Ela não quer entrar

(Oxente ai, ai, ai)
É feijão com jabá
Desgraçada num quer compartilhar
Mas ela é lindia
Muitcho mais do que lindia
Very, very beautiful

Você me deixa doidião
Oh yes
Oh nos

Meu docinho de coco
Music
Is very porreta

(Oxente Paraguai)
Pos Paraguai ela não quis viajar
(Oxente Paraguai)
Comprei um Reebok e uma calça Fiorucci
E ela não quer usar

(Oxente Paraguai)
Eu não sei o que faço
Pra essa mulé eu conquistchar
Por que ela é lindia
Muito mais do que lindia
Very, very beautiful

Você me deixa doidão!
Oh yes
Oh nos

Meu chuchuzinho
Oh yes
No no no no

Eu te I love youuuuu...

Pera aí que tem mais
Um poquim de "u"
Uuuuuuuuuu...
Tcham!
 

Os "Mamonas Assassinas" tiveram um fim trágico em 1996, quando, ao voltar de um espectáculo, o avião que seguiam se despenhou. A banda gravou apenas um álbum, mas as suas músicas vão ficar para sempre...

Fernando Correia Marques | Burrito

Título: Burrito
Intérprete: Fernando Correia Marques
Álbum: ?
Ano: 199?
 
 
Não tenho carro
Não sei conduzir
Não sei conduzir
Não sei não senhor

Tenho um burrito
Que me leva lá
Que me leva lá
ver o meu amor

Montado nele
Vou a assobiar
Vou a assobiar
A minha canção

Pego na miúda
Vamos namorar
Vamos namorar
Ora pois então

E o meu burrito
Lá fica a aguardar 
Vigiando esta paixão 

E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu

Burrito (burrito, burrito)
Ai ai burrito
Ai ai burrito
Ai ai ai ai

Não tenho carta
Ai de condução
Ai de condução
Quero lá saber

o meu burrito
Anda devagar
Anda devagar
como a gente quer

Vamos numa boa
Vamos só os três
Vamos só os três
E a galopar

Em todo o lado
Há gente a sorrir
Há gente a sorrir
Há gente a olhar

Em todo o lado
Há gente a pedir
P'ra também nele montar

E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu

Burrito (burrito, burrito)
Ai ai burrito
Ai ai burrito
Ai ai ai ai

...

E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu

Burrito (burrito, burrito)
Ai ai burrito
Ai ai burrito
Ai ai ai ai

E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu

Burrito (burrito, burrito)
Ai ai burrito
Ai ai burrito
Ai ai ai ai

...

E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu...
 

António Variações | O corpo é que paga

Título: O corpo é que paga
Intérprete: António Variações
Álbum: Anjo da guarda
Ano: 1983
 
 
Quando a cabeça não tem juízo
Quando te esforças
Mais do que é preciso
O corpo é que paga
O corpo é que paga
Deix'ó pagar, deix'o pagar
Se tu estás a gostar

Quando a cabeça não se liberta
Das frustrações, inibições
Toda essa força que te aperta
O corpo é que sofre
As privações, mutilações

Quando a cabeça está convencida
De que ela é a oitava maravilha
O corpo é que sofre
O corpo é que sofre
Deix'ó sofrer, deix'ó sofrer
Se isso te dá prazer

Quando a cabeça está nessa confusão
Estás sem saber que hás-de fazer
E ingeres tudo o que te vem à mão
O corpo é que fica
Fica a caír sem resistir

Quando a cabeça rola p'ró abismo
Tu não controlas esse nervosismo
A unha é que paga
A unha é que paga
Não paras de roer
Nem que esteja a doer

Quando a cabeça não tem juízo
E consomes mais do que é preciso
O corpo é que paga
O corpo é que paga
Deix'ó pagar, deix'ó pagar
Se tu estás a gostar

Deix'ó sofrer, deix'ó sofrer
Se isso te dá prazer
Deix'ó cantar, deix'ó cantar
Se tu estás a gostar
Deix'ó beijar, deix'ó beijar
Se tu estás a gostar
Deix'ó brincar, deix'ó brincar
Se tu estás a gostar
 

Francisco José | Guitarra toca baixinho

Título: Guitarra toca baixinho
Intérprete: Francisco José
Álbum: -
Ano: 1973
 
 
Guitarra toca baixinho
Que alguém pode escutar
Só ela deve entender
Só ela deve saber
Que estou falando de amor

Cantam os grilos no campo
E um pássaro no ramo
Ninguém dorme nesta noite
E menos ela que agora
Escuta um riacho e suspira

Lua parada no céu
O vaga-lume que passa
Guitarra minha toca baixinho
E mesmo com a mão incerta
Toca guitarra que é hora

É hora
De dar-lhe todo o bem que há no meu peito
Dizer-lhe, Deus, também tenho direito
De amá-la como nunca amei ninguém

É hora
De respirar um pouco de ar puro
Um prado é verde quando é Primavera
E o Sol é quente mas a noite espera
Por nós...

A noite está tão serena
Eu dormindo em seu seio
Deus, como bate o coração
A gente sonha e agora
Dorme guitarra que é hora

É hora
De dar-lhe todo o bem que há no meu peito
Dizer-lhe, Deus, também tenho direito
De amá-la como nunca amei ninguém

É hora
De respirar um pouco de ar puro
Um prado é verde quando é Primavera
E o Sol é quente mas a noite espera
Ai, é hora...