Doce | Doce

Título: Doce
Intérprete: Doce
Álbum: Doce (single)
Ano: 1980
 
 
Doce
É numa manhã de Inverno
Um café quente na mesa
E lá fora o frio eterno

Doce
É chegar ao fim de um dia
E acender em nós o fogo
Da noite que principia

É tão doce ouvir
Ao cair da tarde a porta a abrir
E ao sentir-te entrar
Correr para ti p'ra te abraçar

É tão doce agora
A chuva a cair assim lá fora
E o nosso amor já não demora
E o teu jantar já não tem hora

É tão doce então
Dou-te um beijo e tu, tu dás-me a mão
Um gesto, uma flor, uma canção
E as pequenas coisas que se dão

Doce
É numa manhã de Inverno
Um café quente na mesa
E lá fora o frio eterno

Doce
É chegar ao fim de um dia
E acender em nós o fogo
Da noite que principia

É tão doce ouvir
Ao cair da tarde a porta a abrir
E ao sentir-te entrar
Correr para ti p'ra te abraçar

É tão doce agora
A chuva a cair assim lá fora
E o nosso amor já não demora
E o teu jantar já não tem hora

É tão doce então
Dou-te um beijo e tu, tu dás-me a mão
Um gesto, uma flor, uma canção
E as pequenas coisas que se dão

Doce
É numa manhã de Inverno
Um café quente na mesa
E lá fora o frio eterno
 

Primeira participação das "Doce" no Festival RTP da Canção, em 1980, onde conquistaram o 2º lugar. A canção vencedora do Festival nesse ano foi "Um grande, grande amor", interpretada por José Cid.

Lena d'Água | Dou-te um doce

Título: Dou-te um doce
Intérprete: Lena d'Água
Álbum: Terra prometida
Ano: 1986
 
 
Do coco faço uma batida
Da areia faço a minha cama
Gosto de me dar à vida
Sempre que o sol me chama

Adoro estar ao pé do mar
Quando te tenho ao meu lado

Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado
Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado

Vou na onda que me enrola
Como um manto de água fresca
Ouço ao longe uma viola
Bebo o dia que me resta

Fica mais quente o Verão
Quando te tenho ao meu lado

Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado
Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado

...

Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado
Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado

Do coco faço uma batida
Da areia faço a minha cama
Gosto de me dar à vida
Sempre que o sol me chama

Fica mais quente o Verão
Quando te tenho ao meu lado

Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado
Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado

Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado
Dou-te um doce
Em troca de um beijo salgado
 

Rui Veloso | Lado lunar

Título: Lado lunar
Intérprete: Rui Veloso
Álbum: Lado lunar
Ano: 1995
 
 
Não me mostres
O teu lado feliz
A luz do teu rosto
Quando sorris

Faz-me crer
Que tudo em ti é risonho
Como se viesses
Do fundo de um sonho

Não me abras
Assim o teu mundo
O teu lado solar
Só dura um segundo

Não e por ele
Que te quero amar
Embora seja ele
Que me esteja a enganar

Toda a alma
Tem uma face negra
Nem eu nem tu
Fugimos à regra

Tiremos à expressão
Todo o dramatismo
Por ser p'ra ti
Eu uso um eufemismo

Chamemos-lhe apenas
O lado lunar
Mostra-me o teu
O teu lado lunar

Desvenda-me
O teu lado malsão
O túnel secreto
A loja de horrores

A arca escondida
Debaixo do chão
Com poeira de sonhos
E ruínas de amor

Eu hei-de te amar
Por esse lado escuro
Com lados felizes
Eu já não me iludo

Se resistir à treva
É um amor seguro
À prova de bala
À prova de tudo

Toda a alma
Tem uma face negra
Nem eu nem tu
Fugimos à regra

Tiremos à expressão
Todo o dramatismo
Por ser p'ra ti
Eu uso um eufemismo

Chamemos-lhe apenas
O lado lunar
Mostra-me o teu
Lado lunar

...

Mostra-me
O avesso da tua alma
Conhecê-lo é tudo
O que eu preciso

Para poder gostar mais
Dessa luz falsa
Que ilumina as arcadas
Do teu sorriso

Não é por ela
Que te quero amar
Embora seja ela
Que me vai enganar

Se mostrares agora
O teu lado lunar
Mesmo às escuras
Eu não vou reclamar

Toda a alma
Tem uma face negra
Nem eu nem tu
Fugimos à regra

Tiremos à expressão
Todo o dramatismo
Por ser p'ra ti
Eu uso um eufemismo

Chamemos-lhe apenas
O lado lunar
Mostra-me o teu
Lado lunar

Mostra-me o
Mostra-me o teu lado lunar
Mostra-me o teu lado lunar

Mostra-me o
Mostra-me o teu lado lunar
Mostra-me o
Mostra-me o
Mostra-me o teu lado lunar

Mostra-me o...
 

Mamonas Assassinas | Pelados em Santos

Título: Pelados em Santos
Intérprete: Mamonas Assassinas
Álbum: Mamonas Assassinas
Ano: 1995
 
 
Mina, seus cabelo é da hora
Seu corpo é um violão
Meu docinho de coco
Tá me deixando louco

Minha Brasília amarela
Tá de portas abertas
Pra modo de a gente se amar
Pelados em Santos

Pois você, minha pitchula
Me deixou legalzão
Não me sintcho sózinho
Você é meu chuchuzinho

Music
Is very good

(Oxente ai, ai, ai)
Mas comigo ela não quer se casar
(Oxente ai, ai, ai)
Na Brasília amarela com roda gaúcha
Ela não quer entrar

(Oxente ai, ai, ai)
É feijão com jabá
Desgraçada num quer compartilhar
Mas ela é lindia
Muitcho mais do que lindia
Very, very beautiful

Você me deixa doidião
Oh yes
Oh nos

Meu docinho de coco
Music
Is very porreta

(Oxente Paraguai)
Pos Paraguai ela não quis viajar
(Oxente Paraguai)
Comprei um Reebok e uma calça Fiorucci
E ela não quer usar

(Oxente Paraguai)
Eu não sei o que faço
Pra essa mulé eu conquistchar
Por que ela é lindia
Muito mais do que lindia
Very, very beautiful

Você me deixa doidão!
Oh yes
Oh nos

Meu chuchuzinho
Oh yes
No no no no

Eu te I love youuuuu...

Pera aí que tem mais
Um poquim de "u"
Uuuuuuuuuu...
Tcham!
 

Os "Mamonas Assassinas" tiveram um fim trágico em 1996, quando, ao voltar de um espectáculo, o avião que seguiam se despenhou. A banda gravou apenas um álbum, mas as suas músicas vão ficar para sempre...

Fernando Correia Marques | Burrito

Título: Burrito
Intérprete: Fernando Correia Marques
Álbum: ?
Ano: 199?
 
 
Não tenho carro
Não sei conduzir
Não sei conduzir
Não sei não senhor

Tenho um burrito
Que me leva lá
Que me leva lá
ver o meu amor

Montado nele
Vou a assobiar
Vou a assobiar
A minha canção

Pego na miúda
Vamos namorar
Vamos namorar
Ora pois então

E o meu burrito
Lá fica a aguardar 
Vigiando esta paixão 

E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu

Burrito (burrito, burrito)
Ai ai burrito
Ai ai burrito
Ai ai ai ai

Não tenho carta
Ai de condução
Ai de condução
Quero lá saber

o meu burrito
Anda devagar
Anda devagar
como a gente quer

Vamos numa boa
Vamos só os três
Vamos só os três
E a galopar

Em todo o lado
Há gente a sorrir
Há gente a sorrir
Há gente a olhar

Em todo o lado
Há gente a pedir
P'ra também nele montar

E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu

Burrito (burrito, burrito)
Ai ai burrito
Ai ai burrito
Ai ai ai ai

...

E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu

Burrito (burrito, burrito)
Ai ai burrito
Ai ai burrito
Ai ai ai ai

E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu

Burrito (burrito, burrito)
Ai ai burrito
Ai ai burrito
Ai ai ai ai

...

E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu
E quando quero ver aquele amor meu
Eu pego no burrito e lá vou eu...
 

António Variações | O corpo é que paga

Título: O corpo é que paga
Intérprete: António Variações
Álbum: Anjo da guarda
Ano: 1983
 
 
Quando a cabeça não tem juízo
Quando te esforças
Mais do que é preciso
O corpo é que paga
O corpo é que paga
Deix'ó pagar, deix'o pagar
Se tu estás a gostar

Quando a cabeça não se liberta
Das frustrações, inibições
Toda essa força que te aperta
O corpo é que sofre
As privações, mutilações

Quando a cabeça está convencida
De que ela é a oitava maravilha
O corpo é que sofre
O corpo é que sofre
Deix'ó sofrer, deix'ó sofrer
Se isso te dá prazer

Quando a cabeça está nessa confusão
Estás sem saber que hás-de fazer
E ingeres tudo o que te vem à mão
O corpo é que fica
Fica a caír sem resistir

Quando a cabeça rola p'ró abismo
Tu não controlas esse nervosismo
A unha é que paga
A unha é que paga
Não paras de roer
Nem que esteja a doer

Quando a cabeça não tem juízo
E consomes mais do que é preciso
O corpo é que paga
O corpo é que paga
Deix'ó pagar, deix'ó pagar
Se tu estás a gostar

Deix'ó sofrer, deix'ó sofrer
Se isso te dá prazer
Deix'ó cantar, deix'ó cantar
Se tu estás a gostar
Deix'ó beijar, deix'ó beijar
Se tu estás a gostar
Deix'ó brincar, deix'ó brincar
Se tu estás a gostar
 

Francisco José | Guitarra toca baixinho

Título: Guitarra toca baixinho
Intérprete: Francisco José
Álbum: -
Ano: 1973
 
 
Guitarra toca baixinho
Que alguém pode escutar
Só ela deve entender
Só ela deve saber
Que estou falando de amor

Cantam os grilos no campo
E um pássaro no ramo
Ninguém dorme nesta noite
E menos ela que agora
Escuta um riacho e suspira

Lua parada no céu
O vaga-lume que passa
Guitarra minha toca baixinho
E mesmo com a mão incerta
Toca guitarra que é hora

É hora
De dar-lhe todo o bem que há no meu peito
Dizer-lhe, Deus, também tenho direito
De amá-la como nunca amei ninguém

É hora
De respirar um pouco de ar puro
Um prado é verde quando é Primavera
E o Sol é quente mas a noite espera
Por nós...

A noite está tão serena
Eu dormindo em seu seio
Deus, como bate o coração
A gente sonha e agora
Dorme guitarra que é hora

É hora
De dar-lhe todo o bem que há no meu peito
Dizer-lhe, Deus, também tenho direito
De amá-la como nunca amei ninguém

É hora
De respirar um pouco de ar puro
Um prado é verde quando é Primavera
E o Sol é quente mas a noite espera
Ai, é hora...
 

Quim Barreiros | A garagem da vizinha

Título: A garagem da vizinha
Intérprete: Quim Barreiros
Álbum: A garagem da vizinha
Ano: 2000
 
 
Lá na rua onde eu moro
Conheci uma vizinha
Separada do marido
Está morando sozinha

Além dela ser bonita
É um poço de bondade
Vendo meu carro na chuva
Ofereceu sua garagem

Ela disse: ninguém usa
Desde que ele me deixou
Dentro da minha garagem
Teias de aranha juntou

Põe teu carro aqui dentro
Se não vai enferrujar
A garagem é usada
Mas teu carro vai gostar

Ponho o carro, tiro o carro
Há hora que eu quiser
Que garagem apertadinha
Que doçura de mulher

Tiro cedo e ponho à noite
E às vezes à tardinha
Estou até mudando o óleo
Na garagem da vizinha

Ponho o carro, tiro o carro
Há hora que eu quiser
Que garagem apertadinha
Que doçura de mulher

Tiro cedo e ponho à noite
E às vezes à tardinha
Estou até mudando o óleo
Na garagem da vizinha

...

Só que o meu possante carro
Tem um bonito atrelado
Que eu uso pra vender coco
E ganhar mais um trocado

A garagem é pequena
O que é que eu faço agora?
O meu carro fica dentro
Os cocos ficam de fora

A minha vizinha é boa
Da garagem vou cuidar
Na porta mato cresceu
Dei um jeito de cortar

A bondade da vizinha
É coisa de outro mundo
Quando não uso a da frente
Uso a garagem do fundo

Ponho o carro, tiro o carro
Há hora que eu quiser
Que garagem apertadinha
Que doçura de mulher

Tiro cedo e ponho à noite
E às vezes à tardinha
Estou até mudando o óleo
Na garagem da vizinha

Ponho o carro, tiro o carro
Há hora que eu quiser
Que garagem apertadinha
Que doçura de mulher

Tiro cedo e ponho à noite
E às vezes à tardinha
Estou até mudando o óleo
Na garagem da vizinha

...

Ponho o carro, tiro o carro
Há hora que eu quiser
Que garagem apertadinha
Que doçura de mulher

Tiro cedo e ponho à noite
E às vezes à tardinha
Estou até mudando o óleo
Na garagem da vizinha

Ponho o carro, tiro o carro
Há hora que eu quiser
Que garagem apertadinha
Que doçura de mulher

Tiro cedo e ponho à noite
E às vezes à tardinha
Estou até mudando o óleo
Na garagem da vizinha...
 

Sérgio Godinho | Os demónios de Alcácer Quibir

Título: Os demónios de Alcácer Quibir
Intérprete: Sérgio Godinho
Álbum: De pequenino se torce o destino
Ano: 1976
 
 
O D. Sebastião foi para Alcácer-Quibir
De lança na mão a investir a investir
Com o cavalo atulhado de livros de história
E guitarras de fado para cantar vitória

O D. Sebastião já tinha hipotecado
Toda a nação por dez reis de mel coado
Para comprar soldados lanças armaduras
Para comprar o "V" das vitórias futuras

O D. Sebastião era um belo pedante
Foi mandar vir para uma terra distante
Pôs-se a discursar: isto aqui é só meu
vamos lá trabalhar que quem manda sou eu

Mas o mouro é que conhecia o deserto
De trás p'ra diante e de longe e de perto
O mouro é que sabia que o deserto queima e abrasa
O mouro é que jogava em casa

E o D. Sebastião levou tantas na pinha
Que ao voltar cá encontrou a vizinha
Espanhola, sentada na cama deitada no trono
E o país mudado de dono

E o D. Sebastião acabou na moirama
Um bebé chorão sem regaço nem mama
A beber a contar tim por tim tim
A explicar e a morrer, sim, mas devagar

E apanhou tal dose do tal nevoeiro
Que a tuberculose o mandou para o galheiro
Fez-se um funeral com princesas e reis 
E etecetra e tal, Viva Portugal
 

A versão original deste tema épico foi lançada no álbum "De pequenino se torce o destino" de 1976. A versão apresentada no vídeo é posterior e ligeiramente diferente.

Clemente | Colmeia do amor

Título: Colmeia do amor
Intérprete: Clemente
Álbum: ?
Ano: ?
 
 
Eu queria ser abelha
P'ra sugar a vida inteira
O teu pólen, minha flor
Eu só te quero conquistar
P'ra poder governar
A colmeia do amor

Eu só sonho com o dia
De viver com alegria
Esta vida que nos resta
Para ter a alma cheia
Só falta na colmeia
A minha abelha mestra

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre em busca do mel
Pousa aqui, pousa ali
Nessa tua doce pele

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre beijando a flor
Pousa aqui, pousa ali
No teu corpo meu amor

Eu queria ser abelha
P'ra sugar a vida inteira
O teu pólen, minha flor
Eu só te quero conquistar
P'ra poder governar
A colmeia do amor

Eu só sonho com o dia
De viver com alegria
Esta vida que nos resta
Para ter a alma cheia
Só falta na colmeia
A minha abelha mestra

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre em busca do mel
Pousa aqui, pousa ali
Nessa tua doce pele

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre beijando a flor
Pousa aqui, pousa ali
No teu corpo meu amor

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre em busca do mel
Pousa aqui, pousa ali
Nessa tua doce pele

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre beijando a flor
Pousa aqui, pousa ali
No teu corpo meu amor

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre em busca do mel
Pousa aqui, pousa ali
Nessa tua doce pele

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre beijando a flor
Pousa aqui, pousa ali
No teu corpo meu amor

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre em busca do mel
Pousa aqui, pousa ali
Nessa tua doce pele

Z-z-z-z sou uma abelha
Sempre beijando a flor
Pousa aqui, pousa ali
No teu corpo meu amor
 

Alexandra | Zé Brasileiro português de Braga

Título: Zé Brasileiro português de Braga
Intérprete: Alexandra
Álbum: Zé Brasileiro português de Braga (single)
Ano: 1979
 
 
Zé brasileiro português de Braga
Sacola no medo e o navio aos pés
Perdeste o que foste ganhaste o que és
Por comeres mais cedo o sal das marés

Zé brasileiro português de Braga
Fugindo p'ra longe das saias da mãe
Em Copacabana e outras avenidas
Comias tristeza nas noites perdidas

Tinhas na algibeira as cartas de casa
Falando das vinhas e da aguardente
E no horizonte que guarda a semente
E na alma é o fruto com tudo o que sente

Zé que dividiste o tempo de ser
O tempo que é mesmo coragem de ver
Que o céu é redondo e o mar é profundo
Zé brasileiro português de Braga
Português do mundo

Zé brasileiro português de Braga
Sacola no medo e o navio aos pés
Perdeste o que foste ganhaste o que és
Por comeres mais cedo o sal das marés

Zé brasileiro português de Braga
Fugindo p'ra longe das saias da mãe
Em Copacabana e outras avenidas
Comias tristeza nas noites perdidas

Tinhas na algibeira as cartas de casa
Falando das vinhas e da aguardente
E no horizonte que guarda a semente
E na alma é o fruto com tudo o que sente

Zé que dividiste o tempo de ser
O tempo que é mesmo coragem de ver
Que o céu é redondo e o mar é profundo
Zé brasileiro português de Braga
Português do mundo

Zé brasileiro português de Braga
Fugindo p'ra longe das saias da mãe
Em Copacabana e outras avenidas
Comias tristeza nas noites perdidas

Zé que dividiste o tempo de ser
O tempo que é mesmo coragem de ver
Que o céu é redondo e o mar é profundo
Zé brasileiro português de Braga
Português do mundo

(Zé brasileiro português de Braga)
(Fugindo p'ra longe das saias da mãe)
(Em Copacabana e outras avenidas)
(Comias tristeza nas noites perdidas)

Zé que dividiste o tempo de ser
O tempo que é mesmo coragem de ver
Que o céu é redondo e o mar é profundo
Zé brasileiro português de Braga
Português do mundo

La la la...
 

Alexandra participou com este grande tema, de António Sala e Vasco de Lima Couto, no Festival RTP da Canção de 1979. Embora não tenha chegado a passar das eliminatórias, foi um dos maiores sucessos da rádio desse ano. Velhos tempos...